quarta-feira, 13 de outubro de 2021

fins de abordagem sobre as condições de execucso de actividades de construção civil e os criterios de desempenho associados onde

Introdução

O presente trabalho terá como fins de abordagem sobre as condições de execucso de actividades de construção civil e os criterios de desempenho associados onde ira’’’se abordar sobre todo mas de uma forma resumida o que tem haver com os critérios e condições de execução na área de construção civil, ira’se falar também de particularidades das tarefam e operações da fucao de trabalho de construção civilonde ira se detalhar sobre todos os aspectos que tem haver com o referridpo tema

Objetivo:

 

3.Desemvolvimento

3.1.CONDICOES DE EXECUCAO  DA ATIVIDADE DE CONSTRUCAO CIVIL E OS CRITERIOS DE DESEMPENHO ASSOCIADOS

Critérios de desempenho

A primeira versão da norma, publicada em 2008, apresentou ao mercado brasileiro uma série de requisitos, inéditos à época, com foco na análise de desempenho da edificação e seus sistemas construtivos. O conteúdo da norma teve por objetivo introduzir e padronizar, após muitas discussões, as condições de comportamento mínimo em uso dentro do período de vida útil, ou seja, uma visão alternativa às normas prescritivas que estabeleciam as melhores práticas com base na especificação dos produtos e não no resultado final para o usuário. Como referência ao método prescritivo, por exemplo, pode-se citar o “Código de Edificações do Município de São Paulo” de 1975, no qual é comum o estabelecimento de especificações como referências para o mercado. O método prescritivo, como será discutido a seguir, pode ser um limitante ao desenvolvimento de inovações para mercado da construção civil.

A norma NBR 15.575:2013, em sua última versão, é composta por seis partes que abordam os requisitos gerais e os principais sistemas construtivos das edificações habitacionais. Para a definição do desempenho de toda habitação, foi necessário o estabelecimento de requisitos, critérios e métodos de avaliação para os níveis de desempenho específicos requeridos para cada parte da habitação adicionalmente às normas específicas já existentes. A garantia do desempenho mínimo de cada um dos principais sistemas garante o desempenho da estrutura como um todo.

 

Medicao e desempenho na construção civil

A medicao de desempenho e um processo pelo qual se decide o que medir e se faz a coleta, acompanhamento e analise dos dados.

·        A medicoa e um forma de possibilitar o desempenho de uma empresa. Fornecendo informaçães que ajudam no planejamento e control dos processos gerenciais.

·        Usando as informações para o monitoramento dos objectivos estratégicos e metas.

·        A medicao na construção civil obedece as seguintes características de funcionalidade:

·        Uso de indicadores não e sistemático

·        Predominancia de indicadores financeiros

·        Dificuldades em identificar os indicadores mas importantes da empresa e os seus vínculos com as estratégias

·        Tomada de desizzoes baseadas en intuições e senso comum

 

·        Bareiras no processo de medicao

·        Resistencia das pessoas: para a coleta, processamento e analise de dados dos indicadores e também a inclusão na rotina organizacional;

·        O uso de um único indicador : que dificulta a identificação de problemas e não estimula visões sistémica

·        O exwsso de indicadores: que dificulta o entendimento  do que deve ser analisado e gasta demasiadoe recurcos

·        O uso de medidas orientadas ao passado ocasiona desmotivação deas pessaos com o orocesso de medicao

·        Longo tempo entre coleta e analise dos dados

Finalidade da medicao na costrucao civil

 

 Indicadores de desempenho

Segundo sousa(1994) os indicadores concistem em exprecoes quantitativas que representa uma informação concebida apartir da medicao e da avaliação de uma esptutura de produção dos processos que há compõem e dos produtos resultantes.desta forma os indicadores constituem uns instrumentos de apoio de tomada de desisoes

Conforme citado também po se destacar as  seguintes difinicoes

Um indicador e uma relaao matemática que medi numericamente, atributos de um processo ou um dos seus resultados com o objectivo de comparar esta medida com metas numéricas.

Classeficacao de indicadores

A inúmeras classificações de indicadores os seguintes tipos de indicadores kapla, inorpon

§  Seletividade os indicadores devem estar relacionados aus aspectos,etapas e resultados essenciais e críticos do produto serviço ou processo. Um crupo excencivos de indicadores dificulta a coleta e leva a interopcao do acompanhamento

§  Estabilidade: Devem perdurar au longo do tempo, com base em procedimentos rotinizados incorporados as actividades da empresa ou departamento

§  Simplicidade: Devem ser de  fácil comprecao e aplicação usando relações percentuais simples medias medidas de variedade de números absolutos. Formulas complicadas de calculo e coleta de dados trabalhosos.

Os meios de tutela são instrumentos,

Os meios de tutela são instrumentos, de que o homem ou cada homem em particular ou a sociedade em particular, em geral se servem para proteger as normas jurídicas e os seus direitos.

 Os meios de tutela dividem-se em dois grandes hemisférios que são:

-meios de tutela pública

-meios de tutela privado

 

Meios de tutela privado são aqueles, que a lei concede aos particulares para deles se servirem na protecção das suas necessidades, dos seus direitos em determinadas circunstâncias. Enquanto os meios de tutela pública são aqueles que envolvem o poder publico, autoridade, o estado, através dos seus órgãos.

O estado através dos seus órgãos especiais vela pela observância da lei, aplicação.

 

De acordo com Menezes Cordeiro, baseando-se no disposto no artigo 339 nº1 do C.C, o estado de necessidade é a situação na qual uma pessoa se veja constrangida, a destruir ou a danificar, uma coisa alheia com o além de remover o perigo de um dano, manifestamente superior, quer do agente que do terceiro, devendo tal noção, ser alegada na alguns pontos dado que da letra da lei, parece resultar que o agente apenas, agira em estado de necessidade, a sua conduta só será justificada, quando destrua, ou danifique, mas já não quando utilize coisa, ou seja, apenas quando sacrificar bens jurídicos da personalidade e desde que o prejuízo a evitar seja manifestamente, superior ao prejuízo causado.

 

Na legítima defesa temos uma acção defensiva, com aspectos agressivos e empato, que no estado da necessidade, a acção é agressiva com o intuito defensivo

 Acção directa

A acção directa consiste num dos modos de tutela ou justiça privada expressa, excepcionalmente previstos na lei. Especificamente caracteriza-se por ser um recurso lícito, a forca pelo titular do devido com o fim de realizar ou assegurar o direito. Artigo 339 C.C

 

Legitima defesa

Consiste num dos modos de tutela ou justiça privada expressa e excessivamente previstos na lei. Especificamente caracteriza se por ser um recurso lícito a forca destinada a afastar uma agressão contra a pessoa ou o património do agente ou do terceiro. Assim, pode haver legitima defesa pra assegurar a tutela de direitos e o património de outrem. Artigo 337 C.C

 

A legítima defesa fundamenta se em termos objectivos, na consideração de que o direito não deve ter de aceder perante o ilícito e subjectivamente no reconhecimento, aos cidadãos de um direito de autodefesa dos seus interesses, o agressor viola a paz jurídica e ameaça bens determinados, o defendente protege o direito objectivo e o s seus interesses.

 

 Na averiguação concreta sobre se uma conduta deve ou não ser considerada como tendo sido praticada em legítima defesa são todos em conta vários critérios, com vista a sistematização destes critérios podemos distinguir entre pressupostos e requisitos de legitima defesa.

 

Os primeiros são critérios de justificação, sem cuja, verificação não se pode falar da existência de situação em legitima defesa sem a verificação de pressupostos agressão actual e licitada o acto é ilícito, não havendo justificação total ou parcial, caso não se verifique outa causa de justificação ex: estado da necessidade.

 

Os requisitos são critérios de justificação cuja averiguação só é de proceder quando se verifique que no caso concreto estão presentes os pressupostos de legitima defesa. A ausência de requisitos de legítima defesa significa que o facto é parcialmente justificado, mas não totalmente. Não é o benefício pleno da legítima defesa, falando então a lei de excesso de legítima defesa.

 

2. Pressupostos

É preciso da legítima defesa a existência de uma agressão actual e ilícita.

Poe agressão entende se a lesão ou colocação em perigo de interesses ou bens juridicamente tutelados, proveniente de uma acção humana. A defesa contra animais ou coisas inanimadas ou sem vida é aplicável o estado da necessidade. Agressão relevante para legítima não tem de ser culposa e pode consistir numa omissão. Admite se legitima defesa conta agressões provenientes de inimputáveis e pessoas agindo em erros.

 

O problema de actualidade da agressão de natureza temporal só pode haver legitima defesa durante a ocorrência da agressão- não antes nem depois antes da agressão nada há que defender por outro lado, quando termina a agressão termina a ilicitude de defesa, oque se faca depois é crime, injustificado.

 

O carácter actual da agressão seve ser visto do ponto de vista do agredido. A agressão deixa de ser actual no momento em que o defendente se apercebe de que agressão parou. É claro no entanto que se o defendente continua agredir quando já terminou a agressão isso é uma consequência dos factos anteriores haverá então um crime doloroso, não justificado mas atenuado devido a provocação agressão anterior.

Teorias e métodos pedagógicos para ensinar e aprender

  

Teorias e métodos pedagógicos para ensinar e aprender

 

Aprendizagem por resolução de problemas

Tem a sua origem na abordagem socioconstrutivista da aprendizagem, os estudantes constrói, pelas a s suas mãos, os seus conhecimentos através de interacções com o meio, e com outros parceiros da relação pedagógica, professores e estudantes.

Causas da revolução pedagógica

§  Desenvolvimento exponencial de saberes, destas ultimas décadas, e a impossibilidade ou a não pertinência de querer ensinar tudo;

§  O elevado grau de desperdício, destes saberes por parte, dos estudantes de um ano para o outro, ou ainda entre a universidade e actividade quotidiana ou profissional;

§  O carácter demasiado teórico, demasiado magistral, ou demasiado pouco contextualizado dos ensinos em relação das necessidades e as realidades do terreno;

§  O carácter passivo da aprendizagem do estudante em relação ao único transmissor de saber que é professor bem só face ao numero cada vez mais elevado de estudantes.

Quais são as características de um bom problema?

Formas de elaborar um problema:

§  A partir dos conhecimentos, capacidades que deverem ser cobertos pela aula a disciplina ou o modulo todos construídos na base de problemas que suscitam a curiosidade, o interesse, o carácter complexo ou não do problema é geralmente neste caso, um parâmetro importante a considerar;

§  A partir de critérios que emanam das problemáticas inerentes a profissão: o problema é frequente comportado?

O problema é geralmente criado em torno de uma situação um facto ou um conhecimento da vida quotidiana, a sua formulação deve ser concreta e interpeladora.

Problemas para que tipo de aprendizagem?

Os problemas propostos aos estudantes devem desencadear actividades de ordem cognitiva, mas também social e permitir o exercício de diversas competências. Verdadeira actividade de investigação em que o aluno deve:

§  Colocar o problema qual e a questão

§  Compreender o problema, apropriar se dele

§  Formular imponteis respostas antecipadas e verificação relativamente a questões que emergem da citação e que o estudante se coloca

§  Empreender diferentes assoes rausáveis a fim de testar as suas hipóteses organizar a pesquisa, consultar as fontes, analisar a bibliografia, avalia-la, fazer uma síntese

§  Interpretar e avaliar as diversas soluções em função de critérios dependentes do contesto

Estabelecer uma nova síntese e conclusões.

A hipótese natista sendo ela considerada uma aptidão

Notas:

1.R: A hipótese natista sendo ela considerada uma aptidão biológica que permite a aprendizagem, um conhecimento inato de substâncias universais como categorias sintácticas: sujeito, objecto, nome, verbo e traços fonológicos distintivos e de universais formais (princípios abstractos que regem regras e paramentos das línguas naturais), a aplicabilidade desta teria no contexto sociolinguístico Moçambicano, no ensino e aprendizagem da língua Portuguesa, é vantajoso em outra parte assim como também há uma grande desvantagem, tomando como exemplificações:

Ex1: analisemos uma situação em que um criança duma dada sociedade, onde a língua nativa é Changana e nessa sociedade fala se toda hora changana, e a língua portuguesa só fala se na escola, e notando se que também a criança tem sérios problemas de comunicar se com outras pessoas, mesmo com outras crianças, ela tem problema em articular as palavras e na mesma não tem a coesão no seu discurso, isso acontecendo com a sua língua materna, será difícil aprender a língua 2, ela esta tendo problemas em organizar o discurso desconsegue articular correctamente as palavras da sua própria língua natural, isto querendo dizer que não tem aquilo que chamam de criatividade linguística, assim terá que se adoptar um método especifico para com essa criança possa conseguir transitar o perigo nela se encontra, podendo já assim ter facilidade de aprender melhor outras línguas.

Ex2: no âmbito positivo, citaremos uma dada criança em que se encontra inserida numa determinada comunidade, ela fala de uma forma boa, sebe adequar as palavras no sentido peculiar, forma um belo discurso, ela tem criatividade linguística, na aquisição da língua2 já com forma como ela vem aprendendo a língua ntural,  nesta segunda sera fácil de aprender porque tem uma criatividade.

Na analise contraste aquisição de uma língua é determinada pela a forca exterior através da imitação que vai imitando a língua e dai ocorre uma aquisição, há certos casos em que uma criança ou um aluno pode vir a ser conhecedor de uma dada língua do que a sua língua natural isto é, na analise contraste, não há dependência de línguas um individuo pode ser mais criativo e bom em segunda língua do que a primeira, mas o que se que é mesmo usufruir em todas línguas assim completa a sua competência linguística, no contexto Moçambicano essa hipótese pode ser bem pertinente no âmbito positivo para com o ensino e aprendizagem da língua portuguesa, isto é, o professor devera a dotar um método facilitativo em que funcionara um pouca do ensino bilingue, ensinando assim aos seus alunos a língua portuguesa traduzindo em suas línguas naturais , isso numa primeira fase e depois para que não se complique ou que haja aquele habito tudo em que o assunto é português , seja pensado em língua materna, devera deixar o método bilinguismo já trabalhando com a língua em foco que é língua portuguesa.

2.R: na hipótese natista para que haja um sucesso na aprendizagem, o professor terá que dar um tempo vago aos alunos podendo na sala de aula trocarem experiencias, isso em grupo discutindo o tema dado, juntando os alunos problemáticos com os activos, para que esses que tem problemas em comunicar se com outros tenham chance de se abrirem com os colegas, por que há daqueles alunos num contacto directo com professor sentem se sofisticados e perdem atenção e nessas condições é preciso dar a eles o tempo de se explicarem entre si, assim como na analise contrastiva.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O ingresso no curso superior implica uma mudança substantiva, na formação como professor e alunos, devem conduzir os processos de ensino e aprendizagem.

O ensino superior, na tradição ocidental, visa atingir três objectivos, que são:

·         O primeiro é o da formação de profissionais das diferentes áreas aplicadas mediante o ensino e aprendizagem de habilidade e competências técnicas;

·         O segundo é o de formação de cientistas mediante a disponibilização dos métodos e conteúdos dos de conhecimento das diversas especialidades do conhecimento;

·         O último é aquele referente a formação do cidadão pelo estímulo de uma tomada de consciência por parte do estudante, no sentido da sua existência histórica, pessoal e social.

Nestes objectivos esta em pauta, levar o aluno a entender a sua inserção, não só em sua sociedade concreta, mas no seio da sua própria humanidade, trata se de se despertar no estudante uma consciência social, oque se busca fazer mediante uma série de mediações pedagógicas presentes nos currículos escolares e na interacção educacional que, espera-se que ocorra no espaço, tempo universitário.

A universidade em seu sentido mais profundo, deve ser entendida como uma entidade que funcionária do conhecimento, destina se a prestar serviço a sociedade no contexto da qual ela se encontra situada, No uso âmbito universitário a educação superior precisa ter na pesquisa o ponto básico de apoio e de sustentação de suas outras tarefas o ensino e a extensão.

De modo geral a educação pode ser mesmo conceituada como o processo mediante, o qual o conhecimento se produz, se conserva, se sistematiza, se organiza, se transmite e se universaliza, disseminando seus resultados no seio da sociedade e esse tipo de situação se caracteriza então, de modo radicalizado, no uso da educação universitária, em nenhuma circunstância  se deve deixar de entender a universidade igualmente como lugar priorizado da produção do conhecimento.

A distinção entre as funções do ensino, de pesquisa e extensão.

A produção extensiva universitária deve ser entendida como, o processo que articula o ensino e a pesquisa enquanto interagem conjuntamente, criando um vínculo fecundante entre a universidade e sociedade, no sentido de levar a esta contribuição do conhecimento para a sua transformação. Na universidade o ensino, pesquisa e extensão se articulam, mas a partir da pesquisa, ou seja só se aprende, só se ensina pesquisando, só se preta serviços a comunidade, se tais serviços nascerem e se nutrirem da pesquisa.

Produção do conhecimento com construção do objecto

Educar ensinar e aprender, significa: conhecer, conhecer por sua vez, construir objecto, mas construir objecto significa pesquisar.

Em decorrência disso, o PEA no curso superior tem seu diferencial na forma de lidar se com o conhecimento. Aqui o conhecimento não deve ser adquirido através de seus produtos mas de seus processos. O conhecimento deve se dar mediante a construção dos objectos e se conhecer e não mais pela representação desses objectos.

Na universidade o conhecimento deve ser contribuído pela extensão, experiencia activa do estudante e não mais ser assimilado passivamente como ocorre o mais das vezes nos ambientes didácticos pedagógicos do ensino básico. O professor precisa da prática da pesquisa para ensinar eficazmente, o aluno precisa dela para aprender efica significativamente.

 A universidade precisa da pesquisa para ser mediadora da educação.

Assim os EA só serão motivadores se seu processo se der como processo de pesquisa, desse modo, na universidade a pesquisa assume uma tríplice dimensão:

Ø  Dimensão epistemológica na perspectiva do conhecimento: só se conhece construindo o saber ou seja, praticando a significação dos objectos.

Ø  Dimensão pedagógica-perspectiva decorrente de sua relação com a aprendizagem: só se aprende e só se ensina pela efectiva prática da pesquisa;

Ø  Dimensão social-perspectiva da extensão: o conhecimento só se legitima se for medição da intencionalidade da existência histórica-social dos homens.

 

 


 

Texto narrativo

Texto narrativo

Havia um jovem que trabalhava num casa, o jovem era um grande trabalhador e mais inteligente que era chamado de Dindo, Dindo trabalhava  num lugar distante da sua casa, ele saiu a procura de trabalho quando criança dos seus 10 anos, não teve acesso a escolarização, porque os pais não tinham condições para que ele estudasse, então em vez dele acordar ir a machamba duirnalmente, os pais decidiram liberta-lo de tanto sofrer pois o ganho disso era um simples prato de comida, assim disseram para ele fazer oque mais deseja em sua vida, e a tomar conta de si mesmo.

Assim com os teus 10 anos partiu foi a procura de algo que podia lhe sustentar, percorreu longas distancias e distancias, caminhou, caminhou, caminhou, até que chegou num outro povoado, que foi ai onde teve o seu primeiro emprego, numa casa da família mbohiwa, que todos da zona temiam a família porque vive de bruxaria, ai ele foi recebido com o cabeça de família, o senhor magoya, preparou o lugar para o menino poder dormir naquela noite, amanheceu já no dia seguinte, o menino foi ter com o senhor Magoya para lhe dizer o que tanto preocupava-o, assim o senhor Magoya ofereceu-o o trabalho de pastagem, para ser o pastor de gado, o menino sem perder o tempo começou a trabalhar, e trabalhou por muito tempo na casa do Senhor Magoya, até que atingiu os seus 19anos, crescido ele já queria voltar para casa ver seus pais, e naquela família já era considerado como um filho membro da família, quem gostava mais de Dindo era o senhor Magoya, porque o menino era educado e bem comportado, e o menino por estar por muito tempo trabalhando o patrão decidiu lhe dar dois Bois como salário ou recompensa daqueles 9 anos de trabalho, mas ai a senhora Sidonia a esposa do senhor Magoya não gostou da ideia de que o menino levasse os dois bois, mas sem falar para o marido ela decidiu eliminar o menino as escondindas,  o menino partiu numa sexta feira para casa, mas a quantro dias, a senhora tentou elimina-lo e desconseguiu, no primeiro dia que foi numa segunda-feira, ela preparou comida e pois veneno no prato do jovem Ndindo, enquanto ele estava ainda a pastar, la ele discansando na sombra de mafureira apareceu um passarinho e começou a cantar para Ndindo,

Ndindo querido, Ndindo; Ndindo.

Hoje não chega comer

Apenas beba água e dormir

Porque meteram Chindjererere(veneno)

Ele voltou a casa, fez banho e dado comida e água, segiu o que o passarinho dissera ou cantara, apenas bebeu água e foi dormiu, então a senhora Sidonia não desitiu, já no segundo dia, venenou a água, novamente no mesmo lugar apareceu aquele passarinho; cantou:

Ndindo querido, Ndindo; Ndindo.

Hoje não beba agua

Apenas come  e dormir

Porque meteram Chindjererere(veneno).

O menino fez o mesmo mas já a senhora ficou muito espantada, com o jovem Ndindo, como se alguém lhe dissesse todo o plano que ela tramava contra ele, enquanto que ninguém de casa sabia do que ela fazia com menino, e já no ultimo dia ela pois o veneno na manta, oapareceu o passarinho cantando:

Ndindo querido, Ndindo; Ndindo.

Hoje não chega dormir

Apenas beba água e come não vai a cama

Porque puseram Chindjererere(veneno).

O menino chegou e fez o mesmo, não dormiu a noite toda, a senhora já ficou com medo de Ndindo como se ele fosse um feiticeiro, mas nao desistiu ela contratou uns campangas para mata-lo a sangue frio, e no dia seguinte o menino não foi trabalhar, naquela noite ele jantou e se fez de ir dormir, mas que não dormiu ele foi lear os dois bois oferecido pelo seu patrão e partiu naquela noite para casa, as pessoas que foram mandados para mata-lo não o encontraram nos aposentos dele, e sentiram se viajados e foram confusionar a senhora e senhor; soube de que o menino por medo de que o fizesse mal ou o matassem fugiu de noite para casa, e que a sua própria mulher era responsável de todo o plano, e o Senhor ndindo ver que o assunto era pesado decidiu castigar a sua mulher entregando-a para sociedade tomar conta dela, porque ela matou vários empregados na sua casa quem trabalhava para ela não saia de casa com vida ela matava os, mas so no Ndindo disconsegui.

 

 

 

  

História do pensamento antropológico

 

 

História do pensamento antropológico

A Antropologia na sua condição de ciência e ao mesmo tempo facto que se materializa de ponto de vista temporal, agrega uma concepção histórica que mostra o evoluir das investigações neste ramo do saber, de forma objectiva, subjectiva e utilitária. Estes enfoques mostram as percepções teóricas e metodológicas dos caminhos seguidos pelos estudos antropológicos, bem como as orientações, críticas e bases defendidas por diversos precursores da Antropologia com vista a trazer o útil para o desenvolvimento desta ciência ao longo dos tempos que correm.

MELLO (2009:178) admite que os estudos de Antropologia nunca constituíram monopólio de qualquer nação ou povo. Seu desenvolvimento nunca foi regular e ininterrupto.

Portanto, existem várias divisões subjectivas que diferentes autores consideram para alinhavar o percurso histórico da antropologia, importando destacar as de Mercier (Formação, convergência, construção e critica) e Penniman (pré-história, ambições, descobertas e conquistas).

 

A curiosidade intelectual e o interesse pelo exótico (Pré–história/primórdios da Antropologia)

MATÍNEZ (2009: 93) considera que a Antropologia, como do resto todas as demais ciências não têm data exacta de nascimento. Trata-se de um processo lento, que implica acumulação e reformulação de conhecimentos.

Desta maneira alguns atribuem o surgimento da Antropologia associado ao interesse pelo exótico (conhecer os outros, considerados “estranhos”).

ERIKSEN e NIELSEN (2010:9) mostram que as pessoas sempre tiveram curiosidade sobre seus vizinhos e sobre desconhecidos mais distantes. Eles conjecturaram sobre eles, lutaram contra eles, casaram com eles e contaram histórias sobre eles.

A pré-história da Antropologia começa com a reflexão que o homem faz sobre si dentro do seu grupo social e sobre o universo com enfoque para a sua origem, a realidade e o destino, preocupação presente desde as mais antigas às modernas comunidades.

No séc. a.C. (499-480 a.C.), os trabalhos do historiador, geógrafo e considerado também pai da antropologia Heródoto, mantêm um interesse antropológico muito desenvolvido. Heródoto viajou e visitou outros povos e culturas, interessando-se especialmente pelos costumes do casamento e os modos de subsistência. Descreveu, entre outras, a sociedade egípcia, comparando-a à sociedade grega. Heródoto é considerado também o pai da história. Escreveu sobre os “bárbaros”: considerava-os inferiores aos gregos, chegando a descreve-los como figuras com um só olho e com os pés virados para atrás

Desde o ponto de vista teórico, relacionou zonas climáticas e culturais. Também Platão, Aristóteles (sobre as cidades gregas), Jenofonte (sobre a Índia) e outros se dedicaram à descrição dos costumes doutras culturas.

Entre os romanos podemos também observar uma especulação antropológica. O poeta Lucrécio  tentou descobrir as origens da religião, das artes e do discurso. Tácito (56-118d,c,) descreveu as tribos germanas, baseando-se nos relatos dos soldados e viajantes; a sua visão é compreensiva, salientando o vigor dos germanos em contraste com os romanos da sua época.

Santo Agostinho (354-430 d. C), um dos pilares teológicos da nova época, descreveu a Roma e a Grécia clássicas como “pagãs” e moralmente inferiores ás sociedades cristianizadas. A sua obra transparece uma intuição do “tabu do incesto” como norma social que garante a coesão da sociedade. No entanto, procurou, constantemente, explicações sobrenaturais para a vida sociocultural.

Do projecto colonial à crise da Antropologia

Após o período da idade média, o renascimento marca um preparo para o avanço científico em muitos ramos de saber e para Antropologia, este constitui um período em que a Europa prepara e inicia o conhecimento e exploração de outros povos. São notáveis alguns ensaios da Antropologia criticando primeiro o etnocentrismo e fazendo uma abordagem comparativa das culturas.

As grandes descobertas marítimas entre sec. XV a XVII influenciaram de certa maneira o desenvolvimento da Antropologia cultural com as descrições dos povos conhecidos nestas navegações numa perspectiva comparativa social assim como com a colectânea de diferentes objectos, utensílios, ferramentas e outros elementos que mais tarde mereceram destaque na edificação dos museus e estudos antropológicos.  São notáveis alguns nomes que desenvolveram estes marcos antropológicos. Jean Bodin (1530-1596) estudou os costumes dos povos conquistados, para explicar as dificuldades que os franceses tinham para administrar esses povos.

Outro exemplo foi o dos missionários jesuítas na América (ex.: Bartolomé de las Casas e o Padre Acosta) que escreveram as “Relaciones Jesuíticas” e elaboraram a “teoria do bom selvagem”, segundo a qual os índios tinham uma natureza moral pura que devia ser aprendida pelos ocidentais. Esta teoria idealizava, com nostalgia, uma cultura mais próxima do estado “natural”., a qual foi mais tarde bem desenvolvida Rousseau.

 

A expansão foi justificada por motivações económicas e religiosas, assim o confirma Vasco da Gama na sua primeira viagem à Índia, afirmando aos locais que vinha para arranjar “cristãos e especiarias”. A visão europeia era que estes povos não tinham lei, nem fé, nem senhor (Bestard e Contreras, 1987;  Lureiro, 1991).

No século XVI, o viageiro Marco Polo elaborou informações críticas sobre Oriente. Outro pensador social importante foi Gianbattista Vico (1668-1744) que defendeu que os humanos podiam reconhecer a sua própria história porque eram autores da mesma (compreender o passado, recreando-o imaginativamente).

Já no século XIX após uma relativa paragem no século XVIII, são desenvolvidas as diferentes correntes antropológicas em diversas escolas e diversos países que marcaram de certa forma um contributo para o surgimento da Antropologia como Ciência após aplicação axaustiva do método experimental e observação.

GONÇALVES (2002:41) mostra que dos diversos contributos teóricos para a elaboração da Antropologia no séc XX, dois mereceram destaque especial: Franz Boaz (evolucionista) e Bronislaw Malinowski (funcionalista), para além de Morgan que antes já desenvolvia estudos antropológicos.

Pode se destacar os feitos de Boaz para a formação das novas concepções da Antropologia:

•           Formado na Alemanha, como geógrafo e psicofísico, estudou geografia com Friedrich Ratzel (1844-1904) que afirmava que o meio ambiente era o factor determinante da cultura.

•           Viajou até ao Árctico e descobriu que diferentes grupos de esquimós controlavam e exploravam meios semelhantes de maneiras diferentes.

•           Chegou a formar antropólogos como Melville Herskovits, Alfred L. Kroeber (1876-1960), Robert Lowie (1883-1957), Edward Sapir (1884-1931), Margaret Mead (1901-1978), Ruth Benedict (1887-1948) e Clyde Kluckhohn (1905-1960).

•           Para Boas, a tarefa do antropólogo era investigar as tribos primitivas que careciam de história escrita, descobrir restos pré-históricos, estudar tipos humanos e a linguagem. Cada cultura teria a sua própria história. Para compreender a cultura teríamos que reconstruir a história de cada cultura.

•           Defendeu que não há culturas superiores nem inferiores (relativismo cultural). Os sistemas de valores devem compreender-se dentro do contexto de cada cultura e não de acordo com os padrões da cultura do antropólogo. • Estudou as teorias da evolução, sobre as quais se mostrou céptico, e defendeu a difusão da cultura.

•           Impulsionou a ideia de que os antropólogos deviam dominar as línguas dos povos estudados, com o objectivo de conhecer o mapa da organização básica do intelecto humano.

•           Criticou o evolucionismo e defendeu que os mesmos efeitos poderiam dever-se a diferentes causas. Também defendeu que muitas das semelhanças culturais eram originadas pela difusão, mais que pela invenção independente, e que, em muitos casos, a evolução não avança do simples para o complexo, antes o contrário (ex.: formas de arte, linguagem, etc.).

•           Esforçou-se por estudar as culturas índias dos EUA, porque estavam em risco de extinção.

•           Em vez da prática evolucionista de enquadrar dados etnográficos em categorias pré-definidas, Boas salientou a necessidade de um cuidadoso e intensivo estudo em primeira mão, livre de todo prejuízo ou preconceito. As generalizações e as leis surgiriam depois de ter os dados apropriados.

Em contraste com os difusionistas alemães, Boas defendia que a difusão não se processava, apenas, do centro para a periferia, mas em qualquer direcção, entre os diversos grupos humanos.

Desde o século XX até os nossos dias começa o período crítico em que as ideias subjectivas criadas sob bases coloniais são analisadas por diversos autores interessados pelo olhar antropológico. Portanto novas concepções aparecem no ramo da Antropologia. Destacaram-se outros estudos para além dos acima referenciados, tal é o caso de JAMES Frazer, Alfred Brown, Émile Durkheim, Claude Lévi-Strauss e outros trouxeram bases fortes à antropologia com uso de métodos experimentais e outras formas para desenvolver a nova concepção antropológica.

 

 

 

 

Referências bibliográficas

BERNARDI, Bernardo. Introdução ao estudo antropológicos, Lisboa, Edições 70, 1974.

DEMARTIS, Lúcia, compêndio de sociologia, Lisboa, Edições 70, 2002.

GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas, Rio de Janeiro, LTC. 1989.