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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

política social de Moçambique no período colonial duas classes Fundamental, estrutura social, emergência do proletariado urbano, a luta do proletariado urbano, a primeira guerra e crise econômica e social da década XX.

 

Índice

2.A política social 3

2.1. A estrutura social 3

3.1. A emergência do proletariado urbano. 3

3.2. A luta do proletariado urbano. 4

3.3. A Primeira Guerra Mundial e uma crise econômica e social da década 20. 5

3.5. As associações. 7

3.6. O papel da imprensa. 8

5. Referencias bibliográficas. 10

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1. Introdução

O presente trabalho vai falar dos seguintes temas a política social de Moçambique no período colonial duas classes Fundamental, estrutura social, emergência do proletariado  urbano, a luta do proletariado urbano, a primeira guerra e crise econômica e social da década XX.

De seguida ira-se falar também das primeiras formações nacionalistas africanas, a diferença entre nacionalismo Europeu e Africano o papel das associações e da impressa.As manifestações liberais e árticas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2.A política social

2.1. A estrutura social

Moçambique apresentava no período colonial duas classes fundamentais:           

Caixa de texto: Burguesia
Grande         Media     Pequena
 


                  

Caixa de texto: Campesinato
 

 


A grande burguesia vivia na metrópole e tinha grandes investimentos em Moçambique.  A seguir vinha na burguesia de mídia, baseada fundamentalmente por uma burguesia comercial local, baseada principalmente em Lourenço Marques, interessada no crescimento de importação e exportação de produtos de e para o campesinato e no trânsito de mercadorias de e para os países vizinhos.  Os seus estavam, portanto, bastante ligados à burguesia na Europa e na África do Sul.

Com o crescimento das cidades e a chegada de colonos à procura de trabalho, emergiram duas camadas sociais: uma de trabalhadores permanentes, construção e semiqualificados, e outra de pequena burguesia.  A grosso modo, podemos esquematizar uma estrutura social de Moçambique, no período colonial, da seguinte forma:

 

 

 

 


Estrutura social de Moçambique durante o período colonial.

3.1. A emergência do proletariado urbano

Qual era o papel específico de Moçambique na penetração imperialista?

Servir os interesses de acumulação de capital da burguesia internacional e da burguesia portuguesa.

Assim, Moçambique integra o complexo econômico da África Austral, através da construção e desenvolvimento dos portos e caminhos-ferro de Lourenço Marques e Beira.

Atenta na seguinte cronologia:

1887 - Início da construção do caminho-de-ferro LM-Transvaal;

1897 - Entrada em funcionamento da linha férrea Beira-Umtáli;  

1922 - Funcionamento do caminho-de-ferro Trans-Zambézia. 

As obras de construção então iniciadas exigiram a utilização de grandes contingentes de mão-de-obra, recrutados em regime de trabalho obrigatório, particularmente na área situada a sul do rio Save e em Sofala. 

3.2. A luta do proletariado urbano

Desde 1900, o poder colonial português consolidou-se no Sul de Moçambique e, paralelamente, reforçaram-se os laços econômicos com a África do Sul.

Como o governo precisasse de mão-de-obra barata, instituído o trabalho forçado.  Assim, Em 1904 foi criada a Curadoria dos Negócios Indígenas e Emigração com o objetivo supervisionar o recrutamento de trabalhadores para as minas sul-africanas, bem como pare o uso interno.

O governo colonial tentou sempre impedir o pagamento de preços elevados.  De qualquer modo, o nível de salários no porto e caminhos-de-ferro e em algumas empresas privadas atraiu sempre em número suficiente, tornando os empregos neste setor bastante competitivos em relação aos demais empregos na cidade.  Mas as injustiças salariais eram notórias quer para os trabalhadores voluntários (não contratados), quer para os Contratados, o que levou os trabalhadores a protestar e a organizar graves.

 Exemplo disso foram as manifestações reivindicativas ocorridas nas cidades de Lourenço Marques (Maputo) em 1905 (trabalhadores voluntários da empresa Llingham Timber) e 1906 (trabalhadores da Delagoa Bay).

3.3. A Primeira Guerra Mundial e uma crise econômica e social da década 20

Em  Maio de 1915, Portugal aliou-se na Gră-Bretanha, França e Rússia na Grande Guerra contra a Alemanha.  Como resultado da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o escudo português desvalorizou-se em relação à libra inglesa e como conseqüências não se fez esperar:

·         Crise monetária;

·         Aumento de preços dos produtos de necessidade;

·          Especulação desenfreada;

·         Queda dos salários reais dos trabalhadores urbanos e rurais; 

·         Aumento do mussoco e imposto de palhota, que, em algumas áreas, passou a ser exigido em libras, tanto ao trabalhador migrante como aos outros trabalhadores locais;

·         Agravamento das condições de vida do proletariado, do pequeno funcionário públicos

Com o fim da Guerra Mundial, em situação não melhorou, em manteve-se e veio em tomar maiores dimensões, agravando ainda mas em situação do proletariado urbano.  Alguns preferem migrar para os territórios vizinhos onde o trabalho era mas bem remunerado;  outros optam por desertar ao trabalho pouco remunerado.  A falta de mão-de-obra era evidente.  Entretanto, novas atinge o eclodem.  Atenta na cronologia:

1919

Greve dos estivadores(negros).

1920

Greve do pessoal de empresa de transportes urbanos (brancos).

Greve dos ferroviários (braços).

1921

Greve dos estivadores (negros).

1923

Greve do pessoal da empresa de trasportes urbanos (brancos).

1925

Agosto.  Greve geral na Beira.  Paralisação geral e concertada de trabalhadores, funcionários e pequenos empresários brancos, em protesto contra uma série de medidas decretadas pela administração da Companhia Majestática. 

1925

Setembro, Lourenço Marques.  Reivindicação dos trabalhadores a duplicação dos salários e melhores condições de vida. 

 

As reivindicações desse proletariado foram parcialmente atendidos: por um lado, saíram beneficiados os que já eram mas bem pagos e os responsáveis ​​a quem se atribuía a liderança e, por outro, outros dissolvam ou foram sentenciados a trabalhos pesados.

 Analisando a luta do proletariado urbano, podemos concluir que:

·         foi uma ação isolada e sem coordenação com os restantes trabalhadores:

·         não houve uma reunião entre os trabalhadores moçambicanos e portugueses;

·         a ideologia racista que os separou também separou, por sua vez, os próprios trabalhadores entre se; 

·         foi uma luta econômica, feita através de ações directas (greves) e ações indiretas (manifestações).

Não se pode negar o papel que o Estado colonial português aí teve.  Para furar como greves, o Estado colonial utilizou a seguinte estratégia:

·         Aliciamento dos principais mentores das greves;

·         A táctica de “dividir para reinar”, dando algumas regalias aos assimilados e mulatos;

·         Repressão, utilizando a polícia e outros instrumentos de repressão.

 O Estado colonial formal e conseguiu impedir o surgimento do proletariado forte e unido, bloco, não seio dos trabalhadores moçambicanos, em particular, o desenvolvimento de uma consciência de classe. 

A luta do proletariado urbano fracassou pelas seguintes razoes:

·         a falta de unidade (dentro do setor ferroportuário havia divisão entre trabalhadores Contratalos e não Contratados, entre estivadores e trabalhadores do cais e entre portuários e ferroviários;

·         a acção do Estado colonial, quer cooperando com empresas privadas, por forma para garantir mão-de-obra barata não qualificada, quer utillzando a força militar e policial para reprimi controlar, controlar e impedir a organização dos trabalhadores.

Apesar deste fracasso, esta luta provou que os Moçambicanos não estavam contentes com a situação colonial.

3.4. As primeiras formações nacionalistas

Como todo o nacionalismo africano, o de Moçambique nasceu da experiência do colonialismo europeu.  Um elenco de unidade nacional é o sofrimento comum durante os últimos cinqüenta anos sob o domínio inglês.  

Na Europa, por exemplo, siga o capitalismo, com suas exigências de centralização e unidade do poder político-econômico, que deu ao nacionalismo todo um material de base que colocaria o Estado como o ponto de partida e de chegada para uma identificação necessária da população com a nação, em África, como bem sistematizou Eduardo Mondlane, o nacionalismo africano nasceu da experiência do colonialismo europeu, da opressão colonial.  Assim, usando os próprios meios do colonizador, isto é, sua língua, sua técnica, sua religião e suas idéias, os africanos contestam a situação colonial, criando entre eles um sentimento de identidade nacional, Para melhor análise do fenômeno  nacionalismo africano, distinção muito fases:

Ø  A imitação da cultura européia;

Ø  Uma redescoberta dos valores tradicionais; 

Ø  A procura da síntese. 

Em Moçambique, devido à proibição de qualquer associação política e à necessidade de sigilo que tal impunha à erosão da sociedade tradicional e à ausência de uma educação moderna nas áreas rurais, não existem condições favoraveis ​​para o alastramento de idéias nacionalistas por todo o território. Por isso, foi só entre uma minoria predominantemente urbana, composta de intelectuais e assalariados, Indivíduos destribalizados, na sua maioria mulatos e assimilados, que desenvolva a idéia de uma ação de âmbito nacional.

Assim, encorajados pelo liberalismo da nova República em Portugal (1910-1926) e ideias pan-africanistas pelas, estes grupos criaram associações e fizeram protestos na imprensa contra os abusos do colonialismo, exigindo direitos iguais.

3.5. As associações

Como associações como associações associativas mas importantes em Moçambique surgirão os nossos últimos anos da monarquia portuguesa, constituídas fundamentalmente por mulatos e assimilados.  As mais importantes foram:

1908 - Grémio Africano de Lourenço Marques: participou no Congresso Pan-africano, realizado em Lisboa, em 1923.

1910 - Liga Atricana, que chegou a patrocinar a segunda parte do Congresso Pan-africano.  Realizado em Lisboa em 1923, em que se fez representar o Grêmio Africano.

1920 - Legalização do Grémio Africano de Lourenço Marques, que a partir de 1938 passou a designar Associação Africana da Colônia de Moçambique.

O Grêmio caracterizava-se pelo seguinte:

·         era dirigido pelos irmãos Albasini;

·         os seus membros eram mulatos e negros assimilados, com destaque para a Estácio Dias, Karel Pott e Francisco Benfica; 

·         a sua motivação era a valorização cultural e promoção intelectual da comunidade negra;

·         defesa dos mulatos e assimilados contra uma discriminação racial;

·         O veículo das suas idéias fé o jornal O Brado Africano.

 O Grémio Africano, segundo Rocha (2002: 260), fé na alma mater de muitas das iniciativas organizadas de associativismo africano no período republicano.

3.6. O papel da imprensa

A imprensa moçambicana desempenhou, neste período, um importante papel na contestação ao sistema colonial.  Um grande precursor da imprensa combativa deste período após Alfredo de Aguiar, angolano, que fundou os jornais O Imparcial e O Clamor Africano. 

Destacaram-se também os irmãos Albasini, que, nos seus escritos, quer no Brado Africano quer no O Africano reclamava reformas no sistema colonial, exigindo os mesmos direitos que os Portugueses.  O Brado Africano, devido às suas atividades, veio a ser suspenso em 1932.

3.7. As manifestações literárias e artísticas

Poetas, pintores e escritores também manifestaram o seu descontentamento perante o fato colonial. 

Homens como Rui de Noronha, Malangatana, José Craveirinha, João Craveirinha e Noémia de Sousa, entre muitos outros artistas, protestavam contra a situação colonial nos seus poemas, nas suas telas e nos seus escritos.

 

4. Conclusão

Após o termino do trabalho pode-se concluir que em Moçambique no período colonial apresentavam-se duas classes fundamentais A grande burguesia vivia na metrópole e tinha grandes investimentos em Moçambique.  A seguir vinha na burguesia de mídia, baseada fundamentalmente por uma burguesia comercial local, baseada principalmente em Lourenço Marques. Desde 1900, o poder colonial português consolidou-se no Sul de Moçambique e, paralelamente, reforçaram-se os laços econômicos com a África do Sul. Para o fim do regime contou-se com A imprensa moçambicana desempenhou, neste período, um importante papel na contestação ao sistema colonial, As manifestações literárias e artísticas Poetas, pintores e escritores também manifestaram o seu descontentamento perante o fato colonial. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

5. Referencias bibliográficas

Jose Luis Barbosa Pereira, pré-universitário  Historia 12 classes, Longman Moçambique, 1ª edição, Maputo 2010.

 

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Estados de Zimbbwe e Mwenemutapa na fase da penetracao mercantil estrangeira

 

Indice

Introdução. 2

Grande Zimbabwe. 3

Actividades económicas. 3

A organização político-social 3

A decadência. 4

Estado do Mwenemutapa  e origem.. 4

Actividades económicas. 4

A organização político-administrativa. 4

A ideologia. 6

Conclusao. 7

Referencias Bibliograficas. 8

 

 

 

 

Introdução

Trablho que visa falar dos estados de Zimbbwe e Mwenemutapa na fase da penetracao mercantil estrangeira , abordar em todos aspectos desde a origem, que deu-se no secul IV onde sugiram os primeiros agricultores e metalurgicos bantu que chegaram ao sula do zambeze vindos da regiao dos grandes lagos. Actividades economicas  que a principal era a agropecuaria, a organizacao politica administrativa, estrutura socio economica e idiologia que foi um factor integrador fundamental do sistema politico mwenemutapa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Grande Zimbabwe

Nos primeiros séculos da nossa era, antes do século IV, os primeiros primeiros séculos e metalúrgicos bantu chegaram ao sul do Zambeze, vindos da  região dos Grandes Lagos.  Fixaram-se numa região rica em ouro e misturatam-se com as populações que viviam, de origem khoisan.  Mais tarde, um grupo separou-se deste núcleo e instalou-se ao sul do Limpopo;  com os Sotho, Tswana, Tong e Nguni, constituiram uma população do região austral de Africa.

As  Como condições geográficas favoráveis ​​- savana sem mosca tsé-tsé e paludismo, sem grandes florestas nem påntanos, precipitação suficlente para uma agricultura variada e fácil-permitiram a habituação de agricultores e pastores, No século XI, uma nova migração trouxe ao planalto entre o Zambeze  e o Limpopo povos pastores shona, que foram grandes construtores de muralhas de pedra (Zimbabwe), de que resquícios hoje de ruínas espalhadas pelo território por eles ocupados. 

Actividades económicas

Os Shonas dedicavam-se fundamentalmente à agricultura, criação de gado, metalurgia ou miração e comércio.  De acordo com fontes árabes (Al-Masudi), com a chegada dos primeiros comerciantes árabes, provavelmente nos séculos IX-X, Intelaranuse as primetras trocas comerciais.

O controlo do comércio a longa distância e a mineração do ouro foram como principais fontes económicas que conduzem ao aumento de poder dos chefes., E preciso destacar que o comércio não criou o Estado do Zimbabwe.

A organização político-social

A sociedade shona encontrava-se organizada da seguinte forma: no topo estava o rei, que vivia no Grande Zimbabwe, auxiliado por um Conselho de Anciãos; na base da pirâmide estava a comunidade aldea, que vivia  nos madzimbábwès.

A decadência

Ainda não são claras como causas da decadência deste Estado. Aventa-se a hipótese de que as lutas clânicas pelo controlo do comércio a longa distância (entre o clã Rozwi, chefiado por Mutota, e o clã Torwa), a seca do  rio Save, que dificultava a comunicação com a costa, o aumento demográ- fico na região do planalto e a procura de terras férteis e de sal sido como as razões fundamentais da sua decadência.

Estado do Mwenemutapa  e origem

 Da desintegração do Grande Zimbabwe nascem dois Estados nomeadmente  o de Torwa, com capital em Khami, na região do Grande Zimbabwe e  o de Mwenemutapa, com capltal em Dande, localizada entre os rios Mazoe e Luía.

Por volta de 1450, Mutota, chefe do clã Rozwi, abandona a região do planalto do Zimbabwe com os seus seguidores em direcção ao vale do Zambeze, fixando-se na região de Dande, criando o Estado do Zimbabwe. 

Actividades económicas

A agricultura continuava a ser a principal base económica. Dedicavam-se também à pastorícia, à mineração do ouro, ao artesanato e ao comércio.  O comércio a longa distância e a mineração -Karanga trocavam o ouro por tecidos e missangas, que, como tempo, ascender à categoria de bens de prestígio. 

A organização político-administrativa

O poder central localizava-se entre os rios Luíare Mazoe e estava circundado por uma cintura de Estados vassalos ou satélites, entre os quais se encontravam Sedanda, Quissanga, Quiteve, Manica e Báruè Maungwe, além de outros. 

As classes dominantes esses Estados, constituidas por parentes dos Mwenemutapas e por estes nomeados, tinham a tendência de se rebelar quando o poder central enfraquecia.  A estrutura político-administrativa pode ser representada da seguinte maneira:

 

 

Figura 1 Estrutura politico administrativa do Estado dos Mwenemutapas

A estrutura socioeconómica

A articulação entre alaristocracia dominante e como comunidades aldeas encerrava relações de exploração de homem pelo homem, materializadas pelas obrigaçoes e direitos que cada uma das partes tinha para com a outra.

 As comunidades aldeas (mushas), sob a direcção dos mwenemushas,  garantiam com o seu trabalho a manutenção e a reprodução da aristocracia, e esta concorrência para o equilíbrio e reprodução social de toda a sociedade shona com o desenvolvimento de operações atividades não diretamente produtivas.

Obrigações das mushas

Impostos em trabalho:

Ø  Mineração do ouro, quer para alimentar o comércio a longa distância, quer para a importação de produtos que, na sociedade shona, ascendiam à categoria de bens de  prestígio.

Ø  Prestação de sete dias de trabalho mensais nas propriedades dos chefes (zunde);

Ø  Construção de casas para membros das classes dominantes;

Ø  Transporte de mercadorias de e para os acessórios comerciais.

Imposto em géneros:

Ø  Primícias das colheitas (tributo simbólico) e uma parte da produção (tributo regular);

Ø  Marfim, peles e penas de alguns animais e aves, respectivamente;

Ø  Materiais para a construção da classe dominante: pedras, palhas, etc.

Obrigações da classe dominante:

Ø  Orientar as cerimónias de invocação das chuvas;

Ø  Garantir a segurança das pessoas e dos seus bens;

Ø  Assegurar a estabilidade política e militar no território;

Ø  Servir de intermediário entre os vivos e os mortos; 

Ø  Orientar as cerimónias mágico-religiosas para evitar chelas, epidemias, calamidades naturais,etc.

A ideologia

A religião foi um fator integrador fundamental do sistema político mwenemutapa. Proprietários do  «Saber», da fecundidade da terra e depositários da ordem do mundo, os Mwenemutapas constituíam os antídotos mais eficazes contra um desordem. A sua morte significava o caos (choriros).

 

 

 

 

 

 

 

 

Conclusão

Apos ter feito o presente trabalho chegou-se a conclusao de que os estados de mocambique resistiram muito mesmo a penetracao mercantil estrangeira visto que dificultaram bastante a cocupacao do estrageiro e interferencia nos asuntos internos do estado porque os estados ja estavam organizados de forma politica-administrativa, tinham uma estrutura socio economica que garantia cada funcão entre os aldeaos dentro dos Estados , a idiologia que tinha um papel muito forte na comunidade onde os  Mwenemutapas constituíam os antídotos mais eficazes contra um desordem. A sua morte significava o caos (choriros). Praticava-se o culto aos espíritos dos antepassados os Muzimus.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Referencias Bibliograficas

Jose Pereira, Pre-Universitario – Historia 12 classe , Longman Mocambique , 2010