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quinta-feira, 5 de março de 2020

Atletismo


Sumário


 








 


1. Introdução

O presente trabalho vai  falar sobre  Atletismo tendo como definição conjunto de esportes formado por três modalidades: corrida, lançamentos e saltos. Geralmente é praticado em estádios, exceto a maratona, que é uma corrida de longa distância. Ira-se aprofundar Especificamente mais sobre a corrida de velocidade e as demais variedades do atletismo onde podemos saber quais as fases de uma corrida de velocidade passos, como efetuar para que condicione  uma boa corrida.





















2. Atletismo

Atletismo é o conjunto de esportes formado por três modalidades: corrida, lançamentos e saltos. Geralmente é praticado em estádios, exceto a maratona, que é uma corrida de longa distância.
O atletismo nasceu na Grécia, onde foram criados os estádios para realização das corridas a pé. Foi na Grécia também que houve o primeiro registro de uma competição de atletismo, durante as Olimpíadas realizadas em 776 a.C.
A corrida envolve estratégia, técnica e bom condicionamento físico do atleta. As corridas são divididas em curta distância ou de velocidade; média distância ou de meio fundo; e longa distância ou de fundo. A pista de corrida contém oito raias, com largura mínima de dez metros. A pista oficial de atletismo é composta de duas retas e duas curvas.
As modalidades oficiais de arremesso e lançamentos abrangem o arremesso de peso, e lançamentos de martelo, disco e dardo. Esses são realizados dentro de áreas limitadas. Os lançamentos dividem-se em três partes: lançamento do martelo, do disco e do dardo.
As provas de salto dividem-se em: provas de salto vertical e de salto horizontal. As provas de salto verticais implicam o salto em altura e o salto com vara. As provas de salto horizontal abrangem o salto em distância e o salto triplo.
O atletismo possui quarenta e duas modalidades atualmente, sendo vinte e oito olímpicas disputadas por homens e mulheres em campo, ao ar livre ou em espaço fechado. Além de estar presente em competições olímpicas, nos Jogos Pan-Americanos, são realizados também campeonatos mundiais, regionais e encontros de atletismo.

2. 1. Diferentes modalidades do atletismo

O atletismo e um conjunto de desportos constituído por três modalidades corrida, lançamentos e saltos. De modo geral, o atletismo é praticado em estádios, com excepção de algumas corridas de longa distância, praticadas em vias públicas ou no campo, como a maratona.

2.2. Corrida de estafetas

Corrida de EstafetasUma das modalidades atléticas mais excitantes é a corrida de estafetas, constituindo, com frequência, o ponto alto das competiçõe s importantes, como os Jogos Olímpicos, e sendo, habitualmente, a última das provas. Ao contrário da maioria das outras, esta é uma prova de equipa, em que quatro corredores fazem um determinado trajecto. Cada corredor é escolhido por ter um mérito especial. O mais rápido actua na primeira posição, os mais potentes ocupam a segunda e a última, e o melhor a descrever curvas actua em terceira. O primeiro passa ao segundo um testemunho, e assim sucessivamente. As principais provas são 4x100 m  e 4x400 m.

2.3. Corrida de Velocidade

As corridas de velocidade incluem distâncias curtas (100m, 200m ou 400m) e o objectivo de todas elas é, partindo de uma posição agachada nos blocos de partida, percorrer a distância definida o mais rapidamente possível.
Estas corridas são constituídas por quatro fases fundamentais: partida, aquisição de velocidade, manutenção de velocidade e perda de velocidade.

3. Partida

Na partida, por sua vez, podemos distinguir quatro momentos diferentes, que estão associados aos comandos do juiz de partida: aos seus lugares, pronto, a reacção ao sinal sonoro e a aceleração. Para que a partida seja eficaz, é necessário ajustar a posição dos blocos de partida.
Esta depende das capacidades e da estatura de cada atleta. No entanto, podemos utilizar como referência para os nossos alunos as seguintes indicações: o bloco da frente deve ser colocado a dois pés da linha de partida e o bloco da retaguarda é colocado a um pé e meio do bloco da frente.
Antigamente, em todas as corridas a saída era feita em pé. Entretanto, as provas de velocidade evoluíram para posições com  maior flexão de pernas e tronco, originando a saída baixa.
O corredor coloca-se  na posição de partida quando o árbitro fala "às suas marcas". Estica um pouco mais as pernas levantando o tronco para frente, quando o árbitro fala "pronto". Deve manter-se imóvel e o peso do corpo passa a ser suportado mais pelas mãos. Quando o árbitro dá o tiro de largada, o atleta estende o bruscamente as duas pernas usando-as como apoio e  projeta todo o seu corpo para frente.

3.1. Aquisição de velocidade

Na aquisição de velocidade, os primeiros apoios são muito próximos uns dos outros e a amplitude de passada vai aumentando progressivamente. Nesta fase, a velocidade de aceleração assume um papel predominante e as características individuais, como o potencial muscular e a coordenação, irão condicionar a capacidade de aceleração de cada um.

3.2. Manutenção de velocidade

A fase da manutenção da velocidade exige uma boa coordenação entre a acção dos membros inferiores e superiores. Aqui, a capacidade mais solicitada é a velocidade máxima.

3.3. Perda de velocidade

A perda de velocidade ocorre em todas as corridas de velocidade, no entanto, é mais notória numa corrida de 400 m do que numa de 100 m. A capacidade solicitada é a velocidade de resistência de cada indivíduo.

3.4. As distâncias da corrida de velocidade

Há quatro distâncias nesta actividade. Os 60 metros, que normalmente é praticado em pistas fechadas e por velocistas que possuem muita velocidade, mas não necessariamente regularidade. Os 100 metros definem seus atletas como as pessoas mais rápidas do mundo e exigem que atinjam o máximo da velocidade e sejam capazes de mantê-la durante a prova.
Isso demanda uma força muscular muito grande, além de técnica. Todas as exigências da prova de 100 metros também são encontradas nas de 200 metros, somando à habilidade de gerências as forças centrífugas provocadas durante as curvas.
É preciso força para uma boa largada e resistência para completar a prova. Os 400 metros são classificados como a actividade mais cansativa deste exporte.
É preciso analisar os passos, já que após 30 segundos de corrida no limite físico máximo, o ácido láctico passa a agir nos músculos, fazendo com que fique cada vez mais difícil manter velocidade.

3.5. Técnicas e regras da corrida

O conhecimento das técnicas de qualquer especialidade ajuda a melhorar nosso desempenho e obter maior proveito da actividade à qual nos dedicamos. Como você já deve ter observado, isso se aplica também aos exportes. Por isso, vamos estudar as técnicas da corrida em fases, para podermos utilizá-las durante a prática.

4. As técnicas da corrida são três:

Partida: momento em que o atleta procura ganhar impulso para chegar mais rapidamente a sua melhor velocidade;
Percurso: momento em que o atleta procura manter a sua velocidade;
Chegada: momento em que o atleta cruza a linha de chegada.

4.1. Percurso

Logo após a partida, ao iniciar o percurso, o corredor aumenta gradativamente a suas passadas. Assim, atinge o máximo de sua velocidade. O corredor, então, preocupa-se em manter essa velocidade com amplos movimentos dos braços.
Será desclassificado o atleta que invadir a baliza do lado ou prejudicar de alguma forma o adversário.

4.2. Chegada

Na chegada o atleta deve lançar o peito para a frente, procurando ultrapassar a linha de chegada.
Não se deve saltar para alcançar a linha final, pois pode-se perder tempo no impulso e também machucar-se.

5. Campo de Atletismo


Figura 1 Campo de Atletismo









6. Conclusão

Fim do trabalho conclui-se que o atletismo é um conjunto de esportes constituído por varias modalidades: corrida, marcha, lançamentos e saltos. De modo geral, o atletismo é praticado em estádios, com exceção de algumas corridas de longa distância, praticadas em vias públicas ou no campo, como a maratona. E que muito importante praticar o atletismo por ser um esporte que ajuda na saúde e a melhorar a nossa qualidade de vida.










Referencias Bibliográficas


Sua Pesquisa. «Atletismo». Consultado em 2 de março de 2012
G1. «Abertas as inscrições para o 2º torneio de Atletismo de Manaus». Consultado em 2 de março de 2012
pt.wikipedia.org/wiki/Atletismo~ Acessado a 01:03:2020


domingo, 28 de abril de 2019

voleibol, - JOB FEITO


Conteúdo








Introdução:

No presente trabalho iremos falar sobre o voleibol, historial, tipos de passe, técnicas de passe e outras coisas relacionadas com a mesma modalidade.























Historial do voleibol

Esta modalidade surgiu em 1895,nos Estados Unidos da América, criada por um professor de Educação Física, William Morgan; Tem  como característica principal o toque de bola para o ar.
Inicialmente foi lhe atribuído o nome de minonette, mais tarde substituído por voleibol.

O que è o voleibol?

O voleibol è um jogo desportivo colectivo praticado por duas equipas, cada uma delas constituída por seis jogadores de campo e seis suplentes.
O objectivo do jogo è conseguir que a bola, passando sobre a rede, toque no campo adversário e evitar que ela caia no seu próprio campo.
Numa fase inicial, para aprender melhor o jogo de voleibol formal (seis contra seis), deve começar-se por praticar num campo de menores dimensões e com menor número de jogadores por equipa. Começa-se pelo jogo dois contra dois, ate ao jogo quatro contra quatro (jogo reduzido).
Bola
65 a 67cm de perímetro e 260 a 280g de peso

Rede
2,43m de altura (masculinos) e 2,24m de altura (femininos) presa a dois postes colocados a 1m da linha lateral.

Instalação e material

O recinto de jogo è rectangular, medindo 18 metros de comprimento e 9 metros de largura, e dividido ao meio por uma rede suspensa em dois poste. A rede pode ser colocada em altura variável, dependendo da idade e do sexo dos jogadores.

Duração

Uma partida de voleibol è disputada em sets, ou seja, os jogos ate aos 25 pontos. No entanto, para que um set termine è necessário uma vantagem de, pelo menos, 2 pontos, o que, se não acontecer, obriga ao prolongamento do set ate uma equipa atingir a referida vantagem. As partidas de voleibol são disputadas em 5 sets, o vencedor è encontrado através da realização do quinto set, que termina aos 15 pontos, desde que a equipa que os alcance disponha de dois pontos de vantagem.


Arbitragem  

Um jogo de voleibol è dirigido por dois árbitros, que são auxiliados por dois ou quatro juízes de linha e por um marcador.
O 1ͦ  árbitro coloca-se no prolongamento da rede, a uma altura superior ao nível desta.
 O 2ͦ  árbitro coloca-se na outra extremidade da rede, ao nível dos jogadores.

Inicio do jogo

O jogo começa com o serviço, realizado por um jogador de uma das equipes.
O jogador que executa o serviço pode colocar-se em qualquer zona de serviço, sem pisar na linha de fundo e as que a delimitam.
A bola deve ser largada antes de ser batida e deve passar por cima da rede, podendo tocar nela, sem que o jogo seja interrompido, desde  que passe para o campo adversário.

Regras do jogo

-Uma partida de voleibol e constituída por sets;
-As partidas de voleibol são disputadas em três ou cinco sets, isto è, vence quem ganhar os três de cinco ou dois de três sets.
-O jogo começa com o serviço realizado por um jogador de uma das equipes.
-A bola deve transpor a rede, mesma que nela toque.
-A bola pode ser jogada com qualquer parte do corpo;
-Um jogador não pode tocar duas vezes seguidas na bola;
-Cada equipa dispõem no máximo de três toques para desenvolver a bola para o adversário;
-Cada vez que uma equipa ganha o serviço, deve fazer uma rotação dos jogadores no sentido dos ponteiros do relógio. Assim, um jogador passa sucessivamente por todas posições do jogo.
-A bola deve ser tocada, e nunca agarrada ou empurrada (transportada);
-Não e permitido que o jogador toque na rede e nem invadir o campo adversário;
-A bola esta dentro quando bate na linha e quando bate no solo, para alem da linha, esta fora.


Pontuação

-A equipa adversaria comete uma falta ou bate a bola para fora do campo;
-A equipa coloca a bola no solo do campo adversário.
A equipa que efectuou o serviço:
-Ao perder a jogada, perde um ponto e o serviço;
-Ao ganhar a jogada, ganha um ponto e continua com o serviço;
A equipa que não efectuou o serviço:
-Ao perder a jogada, perde um ponto e o adversário continua a servir;
-Ao ganhar a jogada, ganha um ponto e o serviço.

Toque/passe de bola por cima

O toque de bola por cima com as duas mãos, e um gesto fundamental no voleibol pois e através dele que passas a bola aos teus companheiros de equipa e das seguimento ao jogo. Após um mau passe, dificilmente se concretiza uma boa jogada e um bom remate para o campo do adversário, sendo o toque de bola por cima das primeiras coisas a aprender.

Determinadas técnicas:

-Fixa os olhos na bola, posiciona-te por baixo dela, com as pernas flectidas e os pés afastados, um a frente do outro;
-As mãos devem estar acima e a frente da testa, com os dedos afastados, para que os polegares e os indicadores formem um triangulo.
-Impulsiona a bola apenas com os dedos e estende as pernas e os braços, acompanhando o batimento.

Passe de costas

Este è outro tipo de passe no voleibol, utilizado para mudar o sentido do jogo, ou seja, o passador passa a bola por cima e para trás para que os seus colegas efectuem o remate.
È um passe também muito usado para enganar o adversário.

Determinadas técnicas:

-Neste tipo de passe a extensão do corpo è ainda mais pronunciada;
-A bola è tocada atrás do plano da cabeça;
-Após o passe, o jogador deve virar-se rapidamente para observar a sequência do jogo.

Serviço

O serviço e o gesto técnico utilizado para colocar a bola em jogo. O jogador que serve coloca-se em qualquer ponto de zona de serviço, sem pisar a linha de fundo. Em seguida, bate a bola com a mão fazendo-a passar para o campo adversário, por cima da rede.
Com o serviço dá-se inicio ao jogo; e considerado a primeira arma de ataque num jogo de voleibol.

Serviço por baixo

Para executares correctamente o serviço por baixo deves:
-Posicionar-te junto da linha de fundo, fora do campo;
-Flectir as pernas, com o tronco ligeiramente inclinado para frente, e avançar a perna do lado contrario ao braço que bate a bola;
-Segurar a bola com a mão (a mão do lado da perna avançada), ligeiramente acima dos joelhos;
-Estender para trás o braço que vai bater a bola;
-Largar a bola e bate-la com a mão aberta, na sua parte inferior, mantendo sempre o braço estendido;
-Seguir o movimento do braço e entrar em campo completado um passo com a perna recuada.

Serviço por cima

O serviço por cima, ou de ténis, è outro dos serviços possíveis para dar inicio ao jogo.
Para o executares correctamente deves:
-Colocar o corpo de forma equilibrada, paralelo a linha lateral, com o pé contrario a mão que serve a mais avançado;
 -Segurar a bola com a mão livre, do lado da perna avançada;
-Lançar a bola ao ar para acima e para a frente da mão que ira executar o serviço;
-Em seguida, flectir o braço que ira bater a bola, estendendo o cotovelo com a mão aberta e com os dedos unidos e estendidos;
-Bater a bola, quando esta descer um pouco acima do nível da tua cabeça, mantendo o braço estendido em direcção ao campo.

Recepção em manchete

A manchete é um gesto técnico que se utiliza para receber uma bola que vem da equipa adversária em trajectória baixa. Por isso, a manchete e também denominada recepção baixa, na qual o jogador contacta com a bola por meio dos antebraços, permitindo efectuar uma recepção mais segura.

Determinadas técnicas

-Inclina o tronco ligeiramente para frente, e flecte as pernas com um pé mais avançado que o outro;
-Estende os braços, com as mãos sobrepostas e com os polegares juntos, aproximando os cotovelos um do outro;
- Fixa os olhos na bola e desloca-te de acordo com a sua trajectória;
-Bate a bola com os antebraços, acompanhando o movimento com a extensão das pernas.











Conclusão



Chegando ao fim da realização do trabalho concluímos que o voleibol pode ser disputado em diversos sets, e que as equipes variam.





















Bibliografia


ALVES,M,L, BARBOT,M,J.
Bernardo ,Inancio de Jesus 7ª, 1ª,, MAPUTO PLIURAL EDITORES, 2009.