quarta-feira, 13 de outubro de 2021

Os adjectivos modificam um substantivo atribuindo


RESPOSTAS

1.      a) Os adjectivos modificam um substantivo atribuindo a ele características, enquanto os advérbios atingem classe maior de palavras podendo modificar verbos, um outro advérbio ou uma frase inteira.

 

1.      b) Os advérbios são palavras que modificam o verbo para indicar as circunstanciais da acção verbal, são formados por uma palavra, já a locução adverbial e um conjunto de duas ou mais palavras que tem o valor do advérbio.

 

2.      Os dois autores de alguma forma definiram os advérbios como sendo palavras utilizadas para atribuir características e qualidades a substantivos.

 

Ex.: Entre a casa e a cidade Longínqua estendem-se as duras como um grande jardim de Deserto (…).

 

Ex2: claras varandas debruçadas sortiram ataque rodeado de vasos.

 

Ex3: Salas, varandas, jardins habitados, por personagens que são, todos eles, estranhamente belos: como se o seu corpo fosse a alma.

 

Ex4: E ali se vê o brilho vivo que negava no interior da sombra;

 

3.      a) Adjectivo é preta, porque esta a qualificar o nome, ou seja, o sujeito Velha;

 

b) O adjectivo continua sendo preta, apenas houve uma mudança do lugar do adjectivo e do nome.

 

4.      a) A vermelha capulana que a Júlia trazia, a cor era berrante;

 

b) o brilhante sol agrada ver.

 

5.      a) Da noite-adjectivação nocturno;

 

b) De coragem-adjectivação corajoso.

 

6.      Os uniformes não se flexionam independentemente do substantivo que qualificam, enquanto os biformes flexionam de acordo com o género do substantivo.

 

Exemplo dos adjectivos uniformes:

 

Ex1: Ela sorriu, destapou o lençol e mostrou aquele redondo da sua na barriga.

Ex2: As mãos impacientes interrogam o vestuário.

 

Ex3: Ele ofereceu o casaco para cobrir do frio.

 

Exemplos dos adjectivos biformes:

 

Ex1: Estava sentado numa paragem a espera de nada, dessa maneira que so os bêbados esperam;

 

Ex2: Ela estava muito usada;

 

Ex3: devia escolher uma intacta para ser estrela com seu corpo.

 

7.      a) Muito usada-Grau superlativa absoluto analítico;

 

b) Compridíssimo-grau superlativo absoluto sintético;

 

c) Distraída-grau normal;

 

d) Paupérrimo-grau superlativo absoluto sintético.

 

8.      Ex1: A Lídia é mais agitada que Paulo;

Ex2: A Laura é inteligente como o Paulo;

Ex3: O discurso do presidente foi melhor do que o anterior.            

 

No grau comparativo do adjectivo ocorre a comparação de uma característica de dois ou mais seres vivos, e na oração subordinada adverbial comparativa exprimem uma comparação de dois seres ou mais.

 

II

1.      Ex.: O Pedro é extremamente perigoso

Ex2. provavelmente ele vira busca-la

Ex3. é certamente uma grande confusão

Ex4. Infelizmente ele abandonou sua mãe.

 

2.      Advérbio de modo (melhor sucessivamente)

·         Intensidade (pouco, demais, tão)

·         Duvida (talvez, quiçá)

·         Afirmação (realmente)

·         Lugar (perto, onde)

·         Designação (eis, que)

·         Tempo (sempre, nunca, depois)

·         Ordem (primeiramente, em segundo lugar)

·         Exclusão (apenas, somente).

 

Locuções adverbiais de intensidade ( pelo menos)

·         Afirmação (com certeza, claro).

 

3.      A relação entre os adjectivos e advérbios é que os advérbios acompanham os adjectivos e intensificam o seu sentido, os adjectivos assim como os advérbios classificam se em grau.

 

 

 

 

 

 

 

Objecto de estudo da Sintaxe do Português - Morfossintaxe (Universidade save)

Conteúdo:

§  Objecto de estudo da Sintaxe do Português

§  Conceito de frase

§  Frase simples: Tipos e formas de frases.

Sintaxe

Objecto da sintaxe

Primeiramente é preciso dizer que a sintaxe é o estudo da maneira como as palavras se combinam em estruturas chamadas frases. A sintaxe é responsável, juntamente com a morfologia e o léxico por parte fundamental da organização das frases. Trata dos mecanismos gramaticais que estruturam internamente o período a partir das palavras.

Esses mecanismos são os seguintes:

1.      A escolha da unidade (palavra ou sintagma) de acordo com classe ou subclasse, por exemplo: podemos dizer brinquedo da criança caiu, mas não o da janela caiu, pois essa posição tem de ser ocupada por substantivo. Podemos dizer: A Joana gosta do João, mas A Maria gosta com João, pois só a preposição de pode introduzir o complemento do verbo gostar.

2.      A posição de cada unidade-palavra ou sintagma na construção do nível superior. Desta forma, podemos dizer caiu brinquedo da criança, mas o caiu da criança brinquedo.

3.      A forma morfossintáctica dos vocábulos adequados à relação que se estabelece entre eles. Assim podemos dizer: fizeram-lhe muitas perguntas, mas não fizeram-no muitas perguntas. (KESSELER. M. L,1960. Pág.: 6)

A substituição de unidade por alguma palavra ou por sua ausência sem prejuízo a compreensão das frases. Por isso na frase: A esposa levava a louca e o marido secava, atribui se ao segundo verbo o mesmo complemento do primeiro, a louca.

Objectivos

Segundo Perini (2007. P, 30-32). 1-A sintaxe deve ser ensinada na escola para contribuir a formação cultural, ou seja, para a construção do conhecimento científico, sem preocupação com aplicação prática na vida;

2. Formar habilidades intelectuais de observação e raciocínio, indispensável para ajudar o estudante a pensar por si mesmo, oque é um pré-requisito à formação de individuo capaz de aprender por si mesmo;

3. Desenvolver o senso critico do aluno, a fim de ele ser capaz de criticar oque aprendeu e criar conhecimento novo, trata se de um meio para os alunos crescerem e libertarem se intelectualmente;

Além desses objectivos, o estudo da sintaxe permite:

4.Saber como os itens lexicais de uma língua se estruturam em uma sentença-parte central da competência linguística dos seres humanos;

5.perceber que as sentenças de nossa língua não resultam de mera ordenação de itens lexicais em uma sequência linear;

6.Mostrar como conhecimento linguístico pode ser usado como um guia para nos orientar na análise das estruturas das sentenças de nossa língua.

Entendemos por sintaxe a relação estabelecida entre os elementos linguísticos que atuam na formação dos enunciados. Assim, a constituição de frases, orações e períodos, considerando-se os diversos contextos em que se usa a língua, é o objecto de estudo dessa disciplina.

É a parte da gramática que estuda as relações entre as palavras dentro de uma frase, na sintaxe aprende se a identificar e reconhecer os constituintes sintácticos de uma oração, (sujeito, predicado, objecto direto) e interpretar o sentido desses constituintes.

Análise sintáctica deve se realizar em conjunto com análise semântica:

Ex: O aluno tocou a campainha nervoso;

       O aluno nervoso tocou a campainha.

No primeiro exemplo entendemos a frase como sendo o aluno que tocou a campainha nervoso no momento em que tocou, mas ele não tem estado nervoso e na segunda frase como sendo o próprio aluno que é nervoso, uma das características que lhe identifica.(KESSELER. M. L,1960. Pág.: 6)

Abordagem da sintaxe na gramática

O termo sintaxe deriva se do grego syntaxis (ordem, disposição) e tradicionalmente remete a parte da gramática dedicada a descrição do modo como as palavras são combinadas para compor sentenças, essa descrição é organizada sobre forma de regras. (KESSELER. M. L,1960. Pág.: 7)

A sintaxe passou a se constituir em uma disciplina autónomo a partir das ideias do linguista Ferdinand saussure, que iniciou no século XX, propôs a clássica distinção entre langue perole, definindo a existência de um sistema de convenções, regras e princípios independentemente do uso linguístico. Assim foi possível se estudar a linguagem tanto do ponto de vista de sua forma a quanto de vista de suas funções (BERLINCH, R.A, Augusto, M.R.A, Scher, A.T. 2006)

De fato, por constituir-se enquanto fenómeno que activa a relação entre os itens linguísticos, actuando na estruturação e organização dos textos, a sintaxe assume, entre as diversas correntes teóricas que se preocupam com o estudo da linguagem, uma grande importância. 

Costumamos entender que a Sintaxe compreende estudos dos processos gerativos, combinatórios e formadores das frases nas diversas línguas naturais. Sua origem, enquanto ramo e estudo da linguagem, remonta aos gregos. Os reflexos da tradição fundada pelo filósofo Aristóteles podem ser apontados na divisão da frase em sujeito e predicado, concepção ainda hoje evidenciada nos estudos veiculados em gramáticas e livros didácticos de língua portuguesa.

No dicionário de linguística organizado por Jean Dubois et al. (1997, p. 559), encontramos a seguinte definição para sintaxe:  

Parte da gramática que descreve as regras pelas quais se combinam as unidades significativas em frases; a sintaxe, que trata das funções, distingue-se tradicionalmente da morfologia, estudo das formas ou das partes do discurso, de suas flexões e das formações das palavras ou derivação. A sintaxe, às vezes tem sido confundida com a própria gramática.   

A visão formalista

Dedica a questões relacionadas à estrutura linguística. A sintaxe deve ser examinada como um objecto autónomo. Como consequência dessa autonomia, a análise linguística sob ponto vista formal dos aspectos sintácticos de uma língua é feita com enfâse na sentença. É por isso que a variação e a mudança linguística não tratada em termos de propriedades internas ao sistema linguístico ou de possibilidades de variações que se verificam nesse mesmo sistema.

Visão funcionalista

Considera a linguagem como um sistema não-autónomo, o qual surge da necessidade de comunicação entre membros de uma comunidade, e que esta sujeita as limitações impostas pela capacidade humana de adquirir e processar conhecimento. Os funcionalistas ampliam a analise para além da sentença porque os processos sintácticos são entidades a partir das relações que o componente sintáctico da língua mantem com componente semântico e discursivo. Para essa visão, só é possível compreender a sintaxe levando em conta também o contexto em que a sentença esta inserida.

Visão tradicional

Gramática tradicional que tem servido de pose para o ensino da língua portuguesa na escola, origina de das preocupações filosóficas dos gregos, a preocupação de gramática tradicional é apresentar as regras da norma culta, distanciando-se muitas vezes da realidade linguística, isso acontece porque as regras resultam da selecção de uso da língua por um grande numero de escritores consagrados, de onde são apresentadas as formas segundo as quais esses  escritores combinam e organizam as palavras de seus textos em sentenças. (KESSELER. M. L,1960. Pág.: 10)

Observemos a partir e alguns exemplos, como cada uma dessas gramáticas trata a ordenação das palavras nas sentenças:

1.      António deu um presente para Marta;

2.      A Joana eu encontrei ontem;

3.      No baile vieram o António e Jorge.

Segundo a gramática tradicional (1) exemplifica a ordem directa natural e predominante dos elementos da frase em português e nas línguas românicas: sujeito, verbo, complementos. A frase (2) e (3) constituem, na perspectiva, casos de ordem inversa resultado de opções de estilo destinadas a enfatizar algum constituinte.

Agora retomando se os exemplos (1) a (3) podemos considerar que há possibilidades de ordenação.

4.      Um presente António deu para Marta

5.      Eu encontrei a Joana ontem;

6.      O António e Jorge vieram na festa,

7.      Vieram o António e Jorge na festa.

Os exemplos (1) a (3) se de (4) a (7) apresentam constituintes básicos que organizam de forma variável na frase o verbo (v), o objecto directo (OD), o objecto indirecto (OI) e um complemento circunstancial ou adjunto (CIRC) os padrões frasais que podem resultar das combinações possíveis ilustradas acima são:

8.      S-V-OD-OI

9.      OD-S-V-CIRC

10.  CIRC-V-S

11.  OD-S-V-OI

12.  S-V-OD-CIRC

13.  S-V-CIRC

14.  V-S-CIRC.

Frase

Segundo Ariana de Carvalho (pg.3) a frase é todo enunciado linguístico (palavra ou conjunto de palavras), que possui sentido completo. Independe de extensão e deve terminar com pausa, bem definida expressa pelos sinais de pontuação.,!?

Ex.: Final de ano, início de tormento. Fogo!

 

Frase simples- formado por uma e única oração ou apenas uma locução verbal.

Ex.: O professor utilizou o quadro;

       O professor pode utilizar o retroprojector.

 

Tipos de frases

Segundo IP-EPE, (pg. 1) Podemos encontrar 4 tipos de frases que são: As frases declarativas, interrogativas, exclamativas e imperativas.

·         Declarativo-comunica se uma ideia ou seja, preocupa se em informar sobre um acontecimento, descrever uma situação, neste tipo de frase é empregue o sinal de pontuação (.) ponto final

Ex.: O João foi ao cinema.

 

·         Interrogativo- formula uma pergunta ou apresenta uma dúvida, empregue sinal de pontuação (?) ponto de interrogação.

Ex.: Foste ao cinema?

 

·         Exclamativo- procura exprimir sentimentos: satisfação, alegria, surpresa, indignação, exprime se admiração e entusiasmo, empregue o sinal de pontuação (!) ponto de exclamação.

Ex.: Que belo dia!

 

·         Imperativo-procura aconselhar, fazer pedidos, ou chamadas de atenção, ordenar, empregue sinal de pontuação (.) ou (!), ponto final ou ponto de exclamação.

Ex.: Come a sopa.

Formas de frases

Podemos encontrar como 6 formas de frases as seguintes: Forma Afirmativa, Negativa, enfática, Neutra, Activa e Passiva.

§  Afirmativa-exprime uma afirmação;

Ex.: Ele não reconheceu o grupo social.

 

§  Negativa-exprime uma negação;

            Ex.: Esta personagem representa os vícios de todo um grupo social.

§  Enfática-é incluído um elemento não necessário ao sentido básico da frase, mas que lhe da realce. (cá, lá, é que);

Ex.: Eu ca já percebi de que o grupo se trata.

 

§  Neutro- não é incluído o elemento desnecessário ao sentido básico da frase e que lhe daria realce. Portanto a frase não é enfática. É Neutra.

Ex.: Eu já percebi de que o grupo se trata.

 

§  Activa- o sujeito pratica a acção expressa pelo verbo;

Ex.: Esta personagem representa toda a nobreza.

 

§  Passiva-O sujeito recebe ou sobre acção expressa pelo sujeito;

Ex.: Toda a nobreza é representada por essa personagem.

 

Exemplos de tipos de frases e formas de frases

Declarativa afirmativa: Ex.: Hoje vou a feira, O tempo está bom.

Declarativa negativa: Ex.: Não gosto de vinho; Nunca fui a caca.

Interrogativa Afirmativa: Ex.: Tens um lápis? Vais de Metro ou de Autocarro?

Interrogativa negativa: Ex.: Não é português? Nunca comeste Pate? Nem Provaste?

Exclamativa Afirmativa: Ex.: Esta tão arrumada! Que linha Menina!

Exclamativa Negativa: Ex.: Nunca arrumas nada! Nada fazes o que te digo!

Imperativa Afirmativa: Ex.: Deves comer menos. Senta-te! Deixe-me passar.

Imperativa Negativa: Ex.: Não te sentes ai. Nunca digas nunca! Nem penses nisso!

Cada frase tem um tipo (de quatro tipos possíveis) e uma forma cada frase.

Ao analisarmos uma frase ela será do tipo X na forma Y:

O Luís não gosta de uvas (tipo Declarativo e forma negativa);

Salta para aqui (tipo Imperativo e forma afirmativa);

Não acredito nisto! (tipo exclamativo e forma Negativa).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Referências bibliográficas

IP-EPE, Instituto Camões, Área consular de desseldorf, curso de língua e cultura Portuguesa-2010-2011.

KESSELER, M.L, sintaxe de português, 1960.

CARVALHO, Magda. Gramática tradicional, aula-3, sintaxe termos essenciais.

PERINI, 2007. Pg. 30-32.

 

Teste de Direito penal

Teste de Direito penal

1.1.R: Crime consumado quando nele se reúne, todos os elementos de sua definição legal. Exemplo: No crime de homicídio, a consumação se da com a morte da vitima; o crime de lesão se consuma quando a gente ofende ou lesiona a integridade corporal ou a saúde de outrem.

Vamos analisar a consumação em algumas espécies de crime:

a)      Materiais: A consumação se da com a produção de resultado naturalístico. Exemplo: No Homicídio o crime se consuma com a morte da vítima.

b)      Formais: A consumação se da com a simples actividade de agente, independentemente de qualquer resultado. Exemplo: na exortação mediante sequestro, o crime se consume no momento do sequestro com o intuito de obter vantagem.

c)      De mera conduta: A consumação se da com simples acção ou omissão delituosa. Na violação de domicílio o crime se consuma com simples facto de o agente entrar ou permanecer em uma residência sem permissão.

d)      Culposo: a consumação se da com a produção de resultado naturalístico. Exemplo: No homicídio culposo o crime se consuma também com a morte da vítima.

 

Crime tentado

Consideramos como crime tentado aquele em que o agente inicia a execução, mas não alcança sua consumação, por circunstâncias alheias à sua vontade. Existem dois requisitos para que o crime seja atentado: Que a execução do crime tenha se iniciado e que a consumação não ocorra por circunstâncias alheias a vontade do agente.

2.1.R: Afonsinho terá praticado ilicitude, pois foi um acto ilegal que contraria um dever jurídico resultando na violação do direito de outrem ou lesando um bem alheio protegido juridicamente.

2.2.R: Poderá haver um procedimento criminal contra Afonsinho por ter praticado um crime tentado. Apesar do acto não ter sido consumado é crime, e chama se crime tentado esta disposto no Artigo 309, nº1 no código penal.

3.1.R: Olhando para atitude de Stanley Rufino pelos seus actos cometidos estamos perante a um concurso de crimes segundo Artigo 43 do código penal.

3.2.R: Quem voluntariamente com alguma ofensa corporal maltratar alguma pessoa não concorrendo qualquer das circunstâncias enunciadas nos seguintes Artigos 171, nº1 conjugado Artigo 270, 278, 279.  Quem com ilegítima intenção de apropriação para si ou para outra pessoa, subtrair ou contrangir a que lhe seja entregue coisa móvel alheia.

4.R: Olhando atitude da Olívia Guerra o acto cometido por engenhosidade sendo movida por uma grande avalanche de ciúmes tirou a vida de outrem e punida com pena de prisão por 16 a 20 anos disposto no Artigo 159 do código penal. Mas olhando para que levou a senhora Olívia Guerra a cometer esses crimes está disposto no Artigo 161 (homicídio privilegiado).

 

 

 

A língua portuguesa

 

Pude em sessões que nos foram mandado extrair alguns fenómenos liguistico a predominacia  de indicadores modais, por exemplo nos discursos decorrentes no julgamento:  expressão  cristalizada- provável,

Advérbios ou loucucoes adverbiais-obrigatoriamente, provável e certamente

Marcadores de pressuposição, frases  impliitas,, que deixa o ouvinte completar a ideia do falante ou necessariamente o que queria mesmo dizer.

A polifonia-no julgamento há diversidade de diferentes falas, ou seja as controvérsias  num único objectivo  de julgar (justiça).

Por último, o mau uso da língua, violação de padroes da fala no julgamento e má construção das frases .

Ex.: a qualidade pelo qual

Ex.:alguns justificativas;

Ex.:em que há de continuar amanha.

Problematização

A língua portuguesa é considerada oficial em Moçambique. Face ao estatuto a ela concedida, é obrigatório o seu uso nas instituições públicas e privadas, para além, das instituições de ensino onde serve de língua de transmissão de conteúdos programados

O português é a língua oficial e é de uso obrigatório na educação e nas instituições públicas, assim, com o seu domínio, o cidadão ganha um novo estatuto, isto é, torna-se um cidadão preparado para ser afecto nas diversas instituições no pais. Essa situação faz com que as realizações do trabalho judicionario seja caracterizadas por desvios face à norma. Diante destas constatações urge questionar o seguinte: Quais são as motivações inerentes aos desvios de bom uso do Português ou para sanar as dificuldades que assolam funcionários em determinadas áreas de trabalho.

5. Hipóteses

Mediante a situação problemática que proponho analisar, apontei antecipadamente duas respostas prévias que considero que possam orientar a abordagem e estimular a discussão do problema em estudo:

 

1. O espírito de criatividade por parte de cada funcionário para a produção e utilização  material  como a gramática  como auxílo para sua área passará a ser obrigatório;

2. O uso da língua portuguesa por parte dos juizes e outros funcionários de outras areas deve ser frequente.

De forma a buscar soluções  neste processo de bom uso  da língua portuguesa, e a repensar sobre os métodos de  aprender  que consigam minimizar a propagação de mau uso relativamente à norma.