quinta-feira, 11 de abril de 2019

voleibol - trabalho completo


Introdução
O presente trabalho tem como objectivo de enviar a bola, por cima da rede, de forma a fazê-la tocar parte do solo que esteja compreendido dentro da quadra adversária, ao tempo que sua equipe deve impedir o adversário ao mesmo intento. Cada equipe poderá usufruir de até três toques na bola (além do contacto com o bloqueio) na tentativa de enviar a bola ao adversário.
Voleibol é um dos desporto mais populares e bem sucedidos no mundo, tanto na sua forma competitiva quanto recreativa. É rápido, excitante e a acção é explosiva. O Voleibol compreende uma série de elementos sobrepostos os quais suas interacções complementares o tornam único dentre os jogos disputados por rally.
O voleibol é um desporto jogado por duas equipeis em uma quadra de jogo divida por uma rede. Há uma série de versões do jogo disponíveis, cada uma delas adaptado a uma circunstância diferente de forma que o jogo possa se adaptar aos diferentes praticantes.

Metodologia
Como metodologia para elaboração deste trabalho tomou se base método der pesquisa bibliográfica através do qual se fez consulta de obras, internet para alcançar os certos objectivos.








Historial de voleibol.
 O Voleibol é um dos jogos desportivos colectivos de criação mais recente. Nasceu da necessidade de variar as actividades lúdicas destinadas à recreação na vida e no clube. Inspirou-se no emprego da bola o mais antigo e o mais popular dos instrumentos de jogo e que vem do mais longínquo registo da história. Foi criado em 1895, em Massachussets, por William G. Morgan, responsável pela Educação Física no Colégio de Holioke, no Estado de Massachussets, nos Estados Unidas da América. Em 1896, o Professor Morgan foi convidado a apresentar este novo jogo no Springfield College e foi aí que o Dr. Halstead sugeriu que o nome de “Mintonette” fosse substituído por “Volley-ball”, uma vez que a bola estava sempre no ar e em constante “voo”.      
Em Portugal também foram os Americanos que, durante a sua estadia nos Açores (1918) aquando da I Guerra Mundial, divulgaram esta modalidade. Mais tarde a ACM (Associação Cristã da Mocidade), começa a divulgar a modalidade no nosso país, sendo a entidade responsável pela edição do primeiro livro de regras em português. A Federação Portuguesa de Voleibol (FPV) foi fundada no mesmo ano que a Federação Internacional de Voleibol (FIVB) em 1947, sendo realizado no ano seguinte o 1º Campeonato Europeu (6 equipas), e o 1º Campeonato Mundial em 1949 (10 equipas). A 1ª Olimpíada foi em Tóquio no Japão (1964). Foi a primeira modalidade a ter um quadro de participação masculina e feminina simultaneamente.
O seu objectivo é enviar a bola por cima da rede para o campo do adversário, fazendo com que caia neste, e evitar que caia no da própria equipa, no cumprimento do regulamento específico. 
O Voleibol começou por ser praticado ao ar livre, mas hoje em dia, esta modalidade é praticada no pavilhão (indoor) e apareceu também nos Estados Unidos a modalidade de praia, que também é praticada no mundo todo.




Características do jogo de voleibol
Sistema de pontuação
Pontuação: Uma equipa conquista um ponto cada vez que ganha uma jogada. Se uma equipa serve e ganha a jogada volta a servir. Se a equipa que ganha a jogada tiver recebido, os seus jogadores têm de rodar nos sentidos dos ponteiros do relógio e o jogador que se encontrava na posição 2 vai executar o serviço.
Todas as acções de uma equipa que violem as regras do jogo são sancionadas por um dos árbitros e consideradas faltas. Se as faltas forem cometidas simultaneamente por dois jogadores adversários, é considerada falta dupla e a jogada é repetida.  Uma falta cometida por uma equipa implica a perda da jogada, ou seja, a equipa adversária ganha um ponto e contínua, ou ganho o direito, a servir.  
Bola fora de jogo/ reposição da bola em jogo
• A bola é considerada fora de jogo quando cai no chão ou quando toca em qualquer objecto (varetas, postes, tecto) ou pessoas (suplentes, treinadores, árbitros) fora dos limites do campo;
 • Se cair dentro (as linhas limites estão incluídas) do campo adversário, a equipa que a conseguiu colocar ganha um ponto e tem direito a servir;
. • Se uma equipa for sancionada com bola fora, a equipa adversária ganha um ponto  e tem direito a servir;
 • Se um jogador cometer falta, a equipa adversária ganha um ponto e tem direito a servir.   
 Substituições
  • São permitidas seis substituições por equipa e por “Set.”. O acto de substituição só pode ocorrer com o jogo parado e com a autorização prévia da equipa de arbitragem. O jogador só pode entrar no terreno de jogo após a saída do jogador a substituir. Só é permitida uma vez por “Set.” a reentrada para o lugar do colega que o substituiu. Existem ainda as trocas do “libero”, abordadas de seguida.
FALTAS 
• No voleibol existem alguns gestos que só podem ser executados com determinadas partes do corpo e existem limitações quanto às acções em jogo
 Toques
O primeiro toque da equipa é o único onde é permitido dar dois toques ou transportar a bola, desde que aconteçam na mesma acção. Nos restantes toques, a bola deve ressaltar claramente do corpo, principalmente nos gestos de ataque. Cada equipa pode dar, no máximo, três toques, exceptuando o toque do bloco que não conta para este número. O jogador que toca a bola no bloco pode ainda dar aquele que é considerado o primeiro toque da equipa. A bola pode ser tocada em qualquer parte do corpo em todos os gestos técnicos, excepto no serviço.  
O serviço
 Deve ser executado atrás da linha final, no espaço compreendido entre o prolongamento das linhas laterais. A bola tem de ser lançada previamente e batida com qualquer parte de um membro superior.
A bola pode tocar no bordo superior da rede no serviço, desde que transponha o espaço entre as varetas e passe para o campo do adversário sem tocar em nenhum jogador da equipa que serve. 
 Quando um jogador está a executar o serviço, os restantes colegas e adversários têm de estar dentro do campo na ordem correcta de rotação.   
 Rede e linha central
 Nenhum jogador pode tocar na rede durante a acção de interceptar a bola. O blocador pode invadir o espaço contrário por cima da rede, depois do terceiro toque da equipa adversária ou sempre que algum jogador execute um ataque. • - A linha central divisória pode ser pisada, mas nunca ultrapassada. Os jogadores defesas (posição 5, 6 e 1) só podem atacar a bola acima do bordo superior da rede, desde que o último apoio seja feito antes da linha de ataque. Faltas de posição
Uma equipe comete uma falta de posição se um jogador não ocupa sua posição correcta no momento em que a bola é golpeada pelo sacador.
Se o sacador comete uma falta no momento do golpe do saque, esta se sobrepõe à falta de posição. Se o saque tornar-se faltoso após o golpe do sacador, a falta de posição se sobrepõe àquela.

Inicio do jogo
O jogo começa com serviço, realizando com uma das equipas.
O jogador que executa o serviço pode se colocar em qualquer ponto da zona de serviço sem pisar alinha do fundo e as que delimitaram.
A bola deve ser largada antes de ser batida e deve passar por cima da rede, podendo tocar nela sem que o jogo seja interrompido desde que passa do campo do adversário.
A prática do voleibol
O voleibol é jogado por duas equipes de 6 jogadores cada uma, a equipe é orientada por um técnico e composta por 12 jogadores. A arbitragem é composta por 2 árbitros, um anotador e 4 fiscais de linha. As partidas oficiais são disputadas em cinco sets ou 3 set vencedores de 25 pontos, com uma diferença de pontos. A quadra mede 18 metros de comprimento por 9 metros de largura, dividida por uma rede de 9,50 metros de comprimento com largura de 1 metro e suspensa a 2,43 metros para os jogos masculinos e 2,24 metros para os jogos femininos juvenis e adultos. A bola tem de 65 a 67 cm de circunferência e pesa entre 260 a 280 gramas.
A altura da rede é variável com o escalão etário dos jogadores. Para os escalões mais baixos deve situar-se a cerca de 2m do solo. Tem 1 metro de largura e 9,5 metros de comprimento.
 Encontra-se colocada verticalmente sobre o eixo da linha central. De ambos os lados da rede estão colocadas varetas com 1,80m de comprimento e 10mm de diâmetro que delimitam lateralmente o espaço de passagem da bola. Os postos suportam a rede. Têm uma altura de 2,55m e são colocados fora das linhas laterais do campo.



Fundamentos do voleibol
·         Saque: bola lançada na quadra adversária no início da disputa de ponto;
·         Cortada: forte batida na bola com uma das mãos;
·          Bloqueio: jogada que um ou mais jogadores interrompem a trajectória da bola próxima da rede após a cortada do adversário;
·         Recepção: é considerada um princípio de defesa. É o movimento executado depois do saque adversário;
·         Defesa: movimento executado após o ataque adversário, quando a bola passa pelo bloqueio;
·         Levantamento: é o passe que antecede o ataque. 
·         Principais regras do voleibol
·         O jogo é iniciado após a execução do saque;
·         O jogador do saque tem oito segundos, após o apito do árbitro para efectuá-lo;
·         Só é permitida uma única tentativa de saque;
·         Um rodízio deve acontecer sempre que a equipe adversária sacar e sofrer um ponto;
·         Os atletas de defesa não podem atacar na área de ataque e nem bloquear, excepto com a bola abaixo da borda superior da rede;
·         Cada equipe pode tocar a bola três vezes seguida. A bola tocada no bloqueio não é contada como toque;
·         Não é permitido atacar a bola que está no espaço do campo do adversário;
·         No bloqueio, os bloqueadores podem tocar a bola além da rede, sem que sua acção interfira no golpe de ataque do adversário;
·         A bola é considerada fora quando toca o solo fora das linhas demarcarias, as antenas, cabos ou quando cruza o espaço fora das antenas;
·         O jogador não pode tocar em qualquer parte da rede.


Regras do jogo
·         A bola deve ser tocada, e nunca agarrada ou empurrada (transportada), e pode ser jogada em qualquer parte do corpo;
·         Um jogador não pode tocar a bola duas vezes seguidas. Cada equipa só pode dar três toques antes de devolver a bola para o campo do adversário;
·         Não é permitido tocar na rede nem invadir o campo do adversário.

Rotação
Cada vez que uma equipa ganha o serviço, os seus jogadores devem fazer rotação de posições no sentido dos ponteiros do relógio. Assim todos jogadores passam sucessivamente por todos lugares do campo. 



Elementos técnicos de voleibol / noções básicas
Deslocamentos
• Os deslocamentos são movimentos de locomoção dos jogadores determinantes na realização correcta dos gestos técnicos. Podem ser utilizados da seguinte forma: frontais (para a frente), laterais (direita/ esquerda), e à retaguarda (para trás). Nos frontais ou à retaguarda é utilizado, em distâncias curtas, o passe caçado (o pé mais avançado mantém-se sempre à frente) e, em distâncias maiores, a corrida.        
• Aspectos importantes na execução:
•Adoptar a posição fundamental;
• Executar os deslocamentos de uma forma rápida e controlada, parando em equilíbrio;
 • Não cruzar os apoios;
• Dirigir o olhar para a bola.


Toques de bola / passe
O passe por cima, com duas mãos, é um gesto fundamental do voleibol e uma das primeiras coisas a aprender, pois após um mau passe dificilmente se concretiza uma correcta recepção e um bom toque de bola. O passe é um meio de transmissão da bola. Serve para passar a bola a um companheiro ou reenviá-la para o campo do adversário. Pode ser executado em apoio ou suspensão (em diferentes direcções). Passe alto de frente (em apoio).

Para exercícios de toque numa fase de aprendizagem, deves proceder do seguinte modo:
·         Fixa os olhos na bola e desloca te para baixo dela, com as pernas flectidas e os pés afastados, um a frente de outro;
·         Flecte os braços com os cotovelos mais altos que os ombros e as mãos acima e a frente da testa;
·         Com os dedos afastados, polegar e indicadores formando um triangulo, bate a bola com a parte interna dos dedos e estende as pernas e os braços acompanhado o batimento.
Aspectos importantes na execução:
• Deslocamento para a bola;
• Adoptar a posição fundamental (alto ou média);
 • Mãos elevadas e em forma de concha, com os dedos bem afastados, à altura da testa e definindo um triângulo entre os indicadores e os polegares;
• Olhar dirigido para a bola;
 • Colocar todo o corpo por baixo da bola no momento do toque;
 • Tocar a bola com as “pontas” dos dedos em simultâneo;
• Continua extensão de todo o corpo (pernas e antebraços);
• Manter o olhar sempre na bola.  
Passe alto de costas (em apoio)
  • Aspectos importantes na execução:
 • Adoptar a posição fundamental média com um pé adiantado;
 • Tronco mais vertical que no passe de frente;
 • Perna de trás com flexão mais acentuada;
 • Dorso das mãos por cima da cabeça;
 • Extensão simultânea das pernas e braços;
 • Braços em extensão para cima e para trás;
 • Contacto com a bola na sua parte inferior;
 • Olhar sempre dirigido na trajectória da bola;
 • Continuação da extensão das pernas e dos braços para retorno da posição inicial.


Manchete
É um gesto técnico que se utiliza para receber a bola quando sua trajectória é baixa. Por isso a manchete é também dominada recepção baixa, na qual o jogador contacta com a bola com os antebraços. E também é um gesto técnico normalmente utilizado na recepção do serviço e na defesa
• Aspectos importantes na execução:
• Deslocamento para a bola;
• Adoptar a posição fundamental (média ou baixa) com um pé ligeiramente avançado;
 • Estender e unir os membros superiores (em rotação externa), sobrepondo as mãos e dirigi-las obliquamente para o solo, afastando-as do tronco; • Dirigir o olhar para a bola; • Tocar a bola com a superfície plana dos antebraços;
 • Participar com todo o corpo na execução da manchete (a extensão dos membros inferiores é acompanhada por uma ligeira elevação dos membros superiores para cima e para a frente). 

O modo correio para executar manchete é o seguinte na fase da aprendizagem.
·         Inclinando o tronco ligeiramente para afrente, flecte as pernas com os pés afastados, um a frente do outro, e estende os braços, com as mãos sobrepostas e os polegares juntos, aproximando os cotovelos um do outro.
·         Fixa os olhos na bola e desloca te de acordo com a sua trajectória, batendo a bola com antebraços


Serviço por baixo
 O serviço é um gesto técnico que se utiliza para colocar a bola em jogo passando para o campo adversário por cima da rede a partir da zona do serviço. Pode ser considerada a primeira arma de ataque num jogo de voleibol.
Pode ser executado por baixa, por cima, de lado ou em suspensão.
  Serviço por baixo
Aspectos importantes na execução:

 • Pequena inclinação do tronco à frente;
• Braço que vai executar o batimento, oscila atrás, enquanto a outra mão segura na bola;
 • Olhar o campo adversário;
• Largar a bola momentos antes de esta ser batida;
Movimento pendular de trás para a frente do braço de batimento;
 • Bater a bola com a palma da mão estendida e com o membro superior e Flecte as pernas, com o tronco ligeiramente inclinado avançar a perna do lado das mãos que segura a bola e leva outro braço estendido, a retaguarda;
·         Larga a bola e bate a com a mão aberta e os dedos unidos, mantendo sempre o braço estendido,
·         Segue o movimento do braço que bateu a bola  e entra em campo, avançado a perna.

 Serviço por cima (tipo ténis) 
 Aspectos importantes na execução:
• Orientar os pés para onde se quer enviar a bola;
 • Colocar o pé contrário ao membro superior do batimento numa posição mais avançada;
 • Lançar a bola para cima e ligeiramente para a frente com a mão contrária à que vai fazer o batimento;
 • “Armar” o membro superior que vai efectuar o batimento atrás da cabeça;
 • Avançar o membro superior de batimento com a mão aberta ou punho;
• Batimento, com a mão aberta ou punho, no ponto mais alto, através de um movimento rápido de extensão do membro superior;
• Acompanhar o movimento de batimento, transferindo o peso do corpo do pé de trás para a frente;
 • Entrada no campo. 
REMATE
 O remate é um gesto técnico específico do ataque, podendo ser executado em apoio (iniciação) ou suspensão.
  Remate em apoio
 • Aspectos importantes na execução:
• Colocar um pé à frente do outro;
• Flectir o membro superior que bate na bola ao nível da cabeça e para trás;
 • Bater na bola com a mão estendida e dedos afastados, de forma a abranger uma grande superfície da bola;
 • Realizar um movimento compensatório (de cima para baixo) com o membro superior contrário ao do batimento.


Remate em suspensão 
  Aspectos importantes na execução:
·         Observar a trajectória da bola;
·         Corrida dirigida para o ponto de queda da bola após o passe de ataque;
·         Durante a corrida, executar um a três passos na diagonal em relação à rede e fazer a chamada a dois pés.
·         Executar o batimento com a palma da mão de cima para baixo através da flexão do pulso;
·         Recepção equilibrada no solo através da flexão dos membros inferiores.
 Bloco
  É o primeiro gesto da defesa, onde se procura parar, acima do bordo superior da rede, o ataque do adversário.
Aspectos importantes na execução:
• Dirigir o olhar para a bola;
• Deslocar-se para a zona de ataque do adversário directo;
• Adoptar a posição alta, com os pés à largura dos ombros;
• Corpo próximo e paralelo à rede, com as mãos à frente dos ombros; • Flexão e extensão dos membros inferiores;
• Realizar a impulsão a dois pés;
• Elevar os braços para “tentar” chegar com as mãos à bola;
• Com as mãos abertas e ligeiramente separadas, efectuar “empurrão” na bola dirigindo-a para o campo adversário;
 • Não fechar os olhos durante o bloco;
 • Recepção equilibrada no solo através da flexão dos membros inferiores.


Funções dos jogadores no voleibol 
·        Levantador: jogador com habilidade específica para a preparação de jogadas de ataque;
·        Libero: é o jogador que tem como principal tarefa recepcionar bem os saques e defender os ataques, passando a bola com perfeição para o levantado;
·        Ponta: jogador com alto poder de definição, força, velocidade e habilidade;
·        Que ataca pelas pontas ou saltando de trás da linha dos 3 metros;
·        Meio de rede: é geralmente o jogador mais alto do time, que deve combinar duas qualidades: ser bom no bloqueio e ter velocidade para atacar;
·        Condução: infracção cometida quando um jogador, em vez de tocar a bola, a conduz por um breve espaço de tempo;
·        Dois toques: infracção em que a bola toca duas vezes nas mãos de um jogador, sem ser simultaneamente;
·        Bola de segunda: ataque feito no segundo toque, com intenção de surpreender a defesa adversária;
·        Manchete: tocar a bola com os braços esticados e com as mãos unidas;
·      Toque: tocar a bola com os dedos, e as duas mãos acima da cabeça. 
Voleibol como um desporto competitivo
 A competição mede forças latentes. Ela revela o melhor em habilidade, espírito, criatividade e estética. As regras são estruturadas de forma que possam permitir todas estas qualidades. Com poucas excepções, o Voleibol permite todos os jogadores a actuarem tanto na rede (no ataque) quanto no fundo de quadra (defendendo ou sacando). William Morgan, o criador do jogo, ainda poderia reconhecer o Voleibol, uma vez que o desporto ainda conserva alguns elementos através dos anos. Alguns destes, ele ainda compartilha com outros desporto com rede/bola/raquete:
 • Saque,
• Rotação (rodadas de saque).
 • Ataque,
• Defesa.
.
Regras do Jogo
Voleibol dos atletas permitem que as equipes tenha flexibilidade e desenvolvam o lado táctico de forma bem interessante. Competidores usam este panorama para medir técnica, táctica e força. O panorama também permite que os jogadores tenham liberdade de expressão para entusiasmar os espectadores e telespectadores. E a imagem do Voleibol é cada vez mais positiva.
O árbitro dentro do panorama
A essência de um bom árbitro está no conceito de justiça e consistência:
• Ser justo com todos os participantes,
• Ser visto como justo pelos espectadores. Isto requer muita credibilidade – o árbitro precisa ter credibilidade para permitir que os jogadores possam proporcionar entretenimento: • sendo preciso em seu julgamento;
• Entendendo porque a regra é escrita;
 • Sendo um organizador eficiente;
 • Permitindo que a competitividade possa fluir, e dirigi-la para uma conclusão;
 • Sendo um educador: usando as regras para penalizar o injusto e reprimir o descortês;
 • Promovendo o jogo: isto é, permitindo que os elementos espectaculares do jogos possam brilhar e os melhores jogadores possam fazer o que sabem de melhor: entreter o público.


Superfície de jogo
A superfície deve ser plana, horizontal e uniforme. Não deve apresentar nenhum perigo de lesão aos jogadores. É proibido jogar sobre uma superfície rugosa ou escorregadia. Para as Competições Mundiais e Oficiais FIVB, somente superfícies de madeira ou sintéticas são permitidas. Qualquer superfície deverá ser previamente aprovada pela FIVB. Em quadras cobertas, a superfície da área de jogo deverá possuir cores claras. Nas quadras em recintos abertos, é permitida uma inclinação na superfície de jogo de 5 milímetros por metro para fins de drenagem. Linhas de marcação da quadra fabricadas em material sólido são proibidas.
 Linhas de marcação da quadra
Todas as linhas possuem a largura de 5 centímetros. Devem possuir cor clara, diferente da cor do piso da quadra e de quaisquer outras linhas.
Linhas de delimitação da quadra de jogo.
Duas linhas laterais e duas linhas de fundo delimitam a quadra. As linhas de fundo e as laterais estão inseridas na dimensão da quadra.
Linha central: O eixo da linha central divide a quadra de jogo em duas quadras iguais medindo 9 metros x 9 metros cada uma. Entretanto, a largura da linha central pertence a ambas as quadras. Esta linha estende-se sob a rede, de uma linha lateral até a outra.
Linha de ataque
Em cada quadra há uma linha de ataque, cuja extremidade posterior é desenhada a 3 metros de distância a partir do eixo da linha central, marcando a zona de frente.
Altura da rede
A rede é colocada verticalmente sobre a linha central. Sua parte superior é ajustada a 2,43 metros do solo para os homens e 2,24 metros para as mulheres.
Sua altura é medida a partir centro da quadra de jogo. A altura da rede sobre as linhas laterais deve ser exactamente a mesma, não excedendo a altura regulamentar em mais de 2 centímetros.


Características da bola
 A bola será esférica, dotada de uma capa flexível de couro ou couro sintético, além de uma câmara interior feita de borracha ou material similar. Sua cor pode ser clara, desde que uniforme, ou uma combinação de cores Bolas utilizadas em competições internacionais oficiais, fabricadas em couro sintético ou dotadas de combinação de cores, devem atender os padrões ditados pela FIVB. Sua circunferência será de 65 centímetros a 67 centímetros e seu peso de 260 gramas a 280 gramas.




















Conclusão
Após a realização do trabalho concluiu se que o voleibol enquanto Jogo desportivo Colectivo está estruturado por normas tácticas que determinam as condutas a serem assumidas pelos participantes expressando a lógica interna deste jogo. A sequência estrutural do jogo corresponde à lógica desta modalidade desportiva.
Objectivo de voleibol é de enviar a bola, por cima da rede, de forma a fazê-la tocar parte do solo que esteja compreendido dentro da quadra adversária, ao tempo que sua equipe deve impedir o adversário ao mesmo intento; respeitando as regras do jogo.
 O voleibol é uma modalidade desportiva para nos que somos praticantes assim como alunos no âmbito do desenvolvimento de algumas capacidades físicas e habilidades motoras.
É muito importante numa fase de aprendizagem ensinar o voleibol começar por jogos reduzidos situações de 2x2, 3x3 e 4x4 a meio campo aumentando as demissões do campo de uma forma gradual, assim como o numero de toques durante o jogo.













Referências biográficas

Andebol - Trabalho completo Andebol


IntroduçãoO presente trabalho tem como objectivo de servir como auxílio nos processos do ensino e aprendizagem para o aluno Onde referimos que o andebol é um jogo desportivo colectivo praticado por duas  equipas, cujo objectivo é introduzir a bola na baliza da equipa adversária e evitar que ela seja introduzida na sua, respeitando as regras do jogo.


Andebol é um jogo desportivo colectivo de oposição, colaboração jogado quase em exclusivo com as mãos, em espaço partilhado por duas equipas com situações de carácter intenso, determinadas pela colaboração com os companheiros de equipa e em luta com adversário aonde a existência de contacto físico esta bem presente na disputa complexa de movimentos, com e sem a bola, executando sob posições variava em espaço reduzido (Cruz, 2007).
O andebol é uma modalidade desportiva colectiva de cooperação, oposição e interacção com duas equipas se confortam num espaço com disputado a bola e procurando marcar mais golos que o adversário (Prudente 2006).
O andebol de sete era já um jogo bastante difundido na Alemanha, com o século: xix. No entanto, 1920, Shellenz, professor da escala normal superior de educação física de Berlim, lançou as bases de andebol de onze, praticando no campo de futebol e inspirado nas suas regras mais jogado pelas mãos. Nos países escandinavos e por razoes climáticas, este desporto era praticado no recito coberto e com 7 jogadores (Graziano 2015).
Com o aparecimento desta modalidade desportiva grande interesse tendo se disputado o i campeonato mundial realizado em 1938, tendo vencedor a Alemanha (Graziano 2015).
O andebol, enquanto Jogo desportivo Colectivo está estruturado por normas tácticas que determinam as condutas a serem assumidas pelos participantes expressando a lógica interna deste jogo. A sequência estrutural do jogo corresponde à lógica desta modalidade desportiva.
Metodologia
Como metodologia para elaboração deste trabalho tomou se base método de pesquisa bibliográfica através de qual fez se consulta de obras internet para alcançar oscertos objectivos

Historial de andebol
Através dos séculos houve sempre jogos populares mais ou menos parecidos com o Andebol, diz-se mesmo que é dos jogos desportivos mais antigos.
Mais tarde, na Idade Média, segundo algumas crónicas da época, eram realizados nos castelos jogos entre grupos de guerreiros que muito entusiasmavam os senhores feudais. Estes jogos eram conhecidos Jogos de Mão.
Já na Idade Contemporânea há conhecimento de que, em vários países, eram praticados jogos parecidos com o Andebol; na Checoslováquia (chamavam-lhe “Arena”), na Alemanha (o “Raffballspiel”) e até mesmo em Portugal se praticava um jogo a que chamavam o “Malheiral”, que tinha sido criado pelo professor de Educação física, Porfírio Malheiro.
É considerado o criador oficial do Andebol o professor Alemão KonradKoch, através do “Raffballspiel”, no final do século passado, mais precisamente em 1890. Este jogo tinha regras semelhantes às do Futebol, em cujos campos era praticado, mas jogado com as mãos.
Em Portugal, o Andebol foi praticado pela 1ª vez, em 1929, trazido pelo Alemão Armando Tshopp. Mais tarde nos países nórdicos, e dado o seu clima difícil, o Andebol passou a ser praticado dentro de Ginásios e Pavilhões. Por esse motivo, este jogo acabou por ser praticado em recintos fechados, num campo com dimensões reduzidas e com equipas constituídas por sete jogadores.
As duas variantes, de sete e onze jogadores coexistiram ainda durante bastante tempo, mas gradualmente o Andebol de sete foi congregando preferência dos adeptos e fundamentalmente dos praticantes, devido às condições em que era praticado e às características do jogo: maior movimentação, mais golos, mais emoção.
Em 1972 surgiu pela primeira vez nos Jogos Olímpicos de Munique.
Em Portugal apareceu no ano de 1949 atravésdo Alemão Henrique Feist, que realizou o primeiro torneio d

Modalidade de Andebol
Objectivo do Jogo:
Introduzir a bola na baliza do adversário e evitar que esta entre na nossa, respeitando sempre as regras do jogo.
Características do Jogo:
Ø  As equipas são constituídas por 14 jogadores, sendo eles 7 efectivos (um deles o guarda- redes) e 7 suplentes;
Ø  O jogo tem uma duração de 2x 30 minutos com 10 minutos de intervalo;
Ø  Existem 2 árbitros em campo, 1 central e 1 de baliza.
Regras do Andebol
1. O Terreno de jogo
As medidas do terreno de jogo e as suas linhas estão indicadas na figura 1. Os jogadores podem-se movimentar por todo o terreno de jogo menos dentro da área do guarda-redes, pois esta só a ele pertence. O objectivo do andebol é marcar golos na baliza da equipa adversária.
2. A baliza
A diferença da baliza do andebol para a baliza do mini-andebol é que nesta desce-se mais a barra. Há escolas que possuem balizas mais pequenas para o mini-andebol. É importante pôr uma rede entre os travessões para evitar os “golos fantasmas”, isto é, considerar um golo válido sem este ter passado completamente os postes da baliza. Se a bola passar por cima do travessão regulamentar, então a bola é reposta em jogo pelo guarda-redes.
3. A bola
A bola do mini-andebol é mais fácil de manejar, porque é mais pequena e também pesa menos. Deve-se manejar a bola só com uma mão o que se consegue com muita facilidade. Com ela podes correr, passar ao teu companheiro, rematar à baliza e até marcar golo. A bola é de couro e tem de circunferência 44 cm para a categoria de “banbys” é de 48 cm para “infantis”.
4. A equipa Para participar nos torneios é preciso no mínimo 7 jogadores e um máximo de 10 jogadores inscritos. Durante o jogo só podem jogar 5 jogadores (o guarda-redes e quatro jogadores de campo). Todos os inscritos poderão ser guarda-redes e jogadores de campo, embora a camisola do guarda-redes tenha que ser diferente das outras. É obrigado a que em cada período de jogo jogue um guarda-redes diferente. Todos os jogadores inscritos têm que jogar dez minutos seguidos no mínimo. As equipas podem se mistas.
5. O guarda-redes e a sua área
O guarda-redes pode defender a sua baliza com qualquer parte do corpo. Dentro da sua área , ele pode deslocar-se à vontade com a bola. Se não estiver com a bola pode sair da sua área. Quando se encontra fora da sua área fica sujeito às regras dos outros jogadores de campo, não podendo ultrapassar a linha de meio campo.
6. Duração do jogo
O jogo divide-se em duas partes, que por sua vez se subdividem em dois períodos de 10 minutos de jogo, com dois minutos de intervalo entre os períodos de 10 minutos e seis minutos de intervalo entre as duas partes. O professor deve sempre incentivar os alunos a divertirem-se durante o jogo e a pensar que o resultado é o menos importante, o que realmente importa é conhecer bem as regras.
7. Regras básicas do andebol.
Inicio do jogo:
Ø  O jogo inicia-se com ambas as equipas no seu meio campo, tendo a equipa que possui a bola fazer um lançamento de saída (passe) através de um jogador no centro da linha de meio campo.

Ø  Quando há golo, a equipa que sofreu reinicia o jogo da mesma forma, não sendo necessário a equipa adversária estar no seu meio campo. 
Ø  Depois da marcação de uma falta, o jogo recomeça no local onde a falta foi cometida.

Bola fora:
1º Se saiu pela linha de fundo a bola é colocada em jogo pelo guarda- redes (dentro da sua área).
2º Se saiu pela linha lateral, é colocada em jogo no local onde saiu, tendo de se colocar um dos pés sobre a linha lateral e o outro no exterior do campo.
Regras de manipulação da bola:
 Pode-se lançar, bater, empurrar, parar e agarrar a bola com todo o corpo à excepção das pernas e pés. Pode-se dar apenas três passos (quatro apoios) com a bola nas mãos.
O golo
Qualquer jogador, inclusive o guarda-redes pode marcar golo. Para ser golo, a bola deve entrar por completo dentro da baliza.
Substituições
O professor no início de cada período, dirá ao árbitro qual a composição da sua equipa. Quando substituir alguém o professor deve dizer aos alunos que vão entrar no jogo tudo o que terão de fazer para melhorar o jogo e não cometerem erros. É importante que exista feedbacks positivos da parte do professor para os alunos que saíram do jogo. Só se podem fazer substituições quando está alguém lesionado ou quando há um intervalo.
O árbitro
O árbitro penalizará e castigará todas as penalidades e irregularidades que aconteçam durante o jogo. Desta forma os jogadores vão entender melhor o jogo e suas regras. Aescolha do campo é por sorteio.
Regras  do Andebol

Se  interromper o drible não se pode voltar a driblar. O Guarda Redes pode utilizar qualquer parte do corpo para defender, desde que esteja dentro da sua área de baliza. 
Ø  Violação da área de baliza : Não se pode pisar dentro da área de baliza, pode-se entrar lá dentro apenas se for pelo ar, aquando por exemplo dum remate;
Ø  Lançamento Livre : Sempre que alguma equipa faz uma falta é marcado um lançamento livre Se essa falta ocorrer no espaço de jogo: Lançamento livre no mesmo local
 Se a falta ocorrer entre os 6m e os 9m  Lançamento livre de 9 m  Se for uma falta grave
Lançamento livre de 7 m,
 Marcação do livre de 9 m :  Caso as faltas sejam cometidas entre as linhas dos 6 e 9 metros. O jogador que vai marcar a falta coloca-se na linha de 9 m, estando o resto da equipa fora do campo, com os adversários no mínimo a 3 m.

Ø  Quando um jogador barra o caminho ao adversário com os braços, pernas ou mãos.
Ø  Quando um jogador arranca a bola ao adversário ou o agarra.

 Marcação do livre de 7 metros:
Ø  O jogador que vai executar o livre coloca-se na marca de 7 metros, sem pisar a linha ou mexer o pé de apoio, esperando pelo apito do árbitro. Todos os jogadores têm de estar atrás da linha de 9 metros. O executante tem 3 segundos para a sua realização;
Ø  Caso o guarda – redes entre na sua área com a bola nas mãos;
Ø   Quando um jogador entra intencionalmente dentro da sua área de baliza prejudicando as acções da equipa contrária;
Ø   Quando um jogador passa a bola ao guarda – redes quando este está na sua área; 
Ø  Quando um jogador empurra, agarra, ou rateira um atacante que se encontra isolado ou em boa posição para obter golo.
Elementos técnicos de andebol.
Pega da bola 
Com as duas mãos:
Ø  As mãos formam uma ampla superfície côncava;
Ø  Dedos afastados e ligeiramente Flectidos;
Ø  A bola repousa junto ao peito, a fim de facilitar a sua protecção a permitir o seu rápido manejo.
Com uma mão:
Ø  A mão encontra-se sobre a bola formando uma ampla superfície côncava;
Ø  Dedos ligeiramente flectidos e afastados, exceptuando o polegar, que se encontra em extensão completa, exercem uma ligeira pressão sobre a bola;
Ø  Mão em sumi flexão dorsal em que a zona palmar faz um arco que não toca na bola.
Passe de ombro descrição técnica
Ø  O pé de apoio oposto ao braço armado está avançado;
Ø  Cotovelo do braço hábil está num plano acima do ombro;
Ø  Antebraço flectido fazendo um ângulo superior a 90º com o braço;
Ø  Ligeira rotação do tronco para a direita, para um jogador destro;
Ø  Na fase final do passe o braço acompanha a bola;
Ø  O pulso e dedos executam uma flexão final propulsionando e direccionando a bola ao peito do receptor.

Recepcao   
Descrição técnica
Ø  Manter o contacto visual com o colega que possui a bola;
Ø  No momento de receber a bola orientar-se na direcção do portador da bola, ir o encontro da bola e não esperar por ela;
Ø  Os braços em extensão frontal, ligeiramente flectidos e descontraídos vão ao encontro da bola;
Ø  Posição das mãos: polegares próximos uns do outro e os dedos afastados e descontraídos, formando com os polegares e indicadores um triângulo Acção amortecedora do antebraço.
Remate de ombro em apoio


Descrição da técnica
Ø  Cotovelo do braço armado num plano acima do ombro;
Ø  Antebraço flectido fazendo um ângulo superior a 90º com o braço;
Ø  O pé de apoio oposto ao braço armado está avançado e virado para a frente; Na parte final do remate o braço hábil realiza uma extensão rapidamente acompanhando a bola, e o tronco faz uma rotação para a esquerda;
Ø  O pulso e dedos executam uma flexão final propulsionando e direccionando a bola.

Remate em suspeição descrição técnica.
A progressão deve realizar-se à velocidade máxima, se possível, obliquamente em relação à trajectória prevista do remate (a direcção de progressão pode ser de cerca de 45º em relação à baliza);
 Armação do braço e rotação do tronco semelhante às descritas para o remate de ombro em apoio;
 Chamada feita com o pé oposto ao braço hábil, o apoio desenrola-se do calcanhar para a ponta do pé;
Elevação sustentada pela acção da perna livre que se eleva para o peito um pouco lateral e ligeiramente flectida a nível do joelho;




Drible
Ø  Ѐ possível um máximo de três passos com a bola na mão, o drible e fundamental para se avançar no campo, fazendo a bola ressaltar no chão de forma continua usando uma das mãos.
Ø  para o efeito, bate a bola no chão  afrente e ao lado do pé com os dedos afastados, flectindo e estendendo o braço e a mão, sem olhar para a bola  sem olhar para a bola  e sem deixar que ultrapasse na cintura.
Finta


Sentir os movimentos do adversário para não actuar de forma automática
Dinâmica adequada do defesa directo, de 1 a 1,5m;



Conclusão
 Após a realização do trabalho concluiu se  que o andebol enquanto Jogo desportivo Colectivo está estruturado por normas tácticas que determinam as condutas a serem assumidas pelos participantes expressando a lógica interna deste jogo. A sequência estrutural do jogo corresponde à lógica desta modalidade desportiva.
Andebol é um jogo desportivo colectivo praticado por duas equipas, cujo objectivo é introduzir a bola na baliza da equipa adversária e evitar que ela seja introduzida na sua, respeitando as regras do jogo.
 O andebol é uma modalidade desportiva para nos que somos praticantes assim como alunos no âmbito do desenvolvimento de algumas capacidades físicas e habilidades motoras.
Andebol um jogo desportivo colectivo escolar é neste aspecto fundamental que o professor deve saber planificar a sua aula de modo a facilitar nos  aos processos de ensino e aprendizagem, para não termos dificuldades no momento da orientação e execução dos próprios exercícios e também  outro tipo de tarefa de modo alcançar os seus objectivos . Nos processos do ensino do andebol o  professor deve ensinar os seguintes aspectos fundamentais como elementos técnicos neste caso sistemas defensivos e ofensivos por exemplo: passe, drible, recepção, lançamento, finta e outros aspectos importantes.








Referencias bibliográficas
1.CRUZ, Ana. Psicologia aplicada al. Balonmano, editora Paidotribo 2007;
2. PRUDENTE, João. Eficácia Ofensiva, em Balonmano y los sistemas tácticos Estruturados, Bayo la necessidad. de analisar 2006. 
3.GRAZIANO, Alberto. Andebol: metodologia do ensino e de treino, Publifx2015.


quarta-feira, 10 de abril de 2019

Direito Constitucional


CONCEITO

direito  constitucional   É  ramo  do  direito  público  interno  que  estuda  a  Constituição,  ou  seja,  a  lei  de  organização  do Estado,  em  seus  aspectos  f undamentais  (formas  de  Estado  e  de  g overno;  sistemas  de governo; modos de aquisição do poder político; órgãos de atuação do Estado; principais r egras da ordem econômica e social; limites à atuação do Estado). 
 O  direito  constitucional  é  a  base  do  direito  público  interno.  Direito  público  porque  se  refere  a questões  que  dizem  respeito  a  interesses  imediatos  do  Estado,  e  não  de  particulares.  Interno porque as normas se referem ao direito de um único Estado, internamente considerado.  Ocupa  uma  posição  de  superioridade  em  relação  aos  demais  ramos  do  direito,  pois  os princípios  f undamentais  dos  outros  ramos  jurídicos  estão  todos  inseridos  na  Constituição. Desta forma, existe uma relação de hierarquia entre a Constituição (topo do ordenamento) e as demais  normas  jurídicas,  que  não  podem  contrariá-la  em  hipótese  alguma,  como  será estudado no momento oportuno.
OBJE TO 
O  objeto  de  estudo  do  direito  constitucional  é  a  Constituição  dos  diversos  países. 
Quanto a estabilidade, as constituições na sua totalidade podem ser: constituições rígidas, semi-rígidas ou semi-flexíveis e as constituições flexíveis. Assim, as constituições rígidas são aquelas que não podem ser reformadas, isto é, são imutáveis. Comente a afirmação.  
RESPOSTA: Constituição rígida é aquela em que as regras constitucionais somente podem ser alteradas mediante processo especial e qualificado, de infrequente aplicação.
Diz que, estamos perante uma constituição rígida quando a sua revisão exige a observância de uma forma particular distinta da forma seguida para a elaboração das leis ordinárias.
A rigidez da constituição, está ligada ao modo especial de produção e as dificuldades expostas na aprovação de uma nova norma constitucional.
Ela distingue-se das normas ordinárias pela forma mais ou menos solene e pelo acto ou conjunto de actos em que se traduz a necessidade da sua garantia na constituição flexível não se observa as formalidades específicas pela sua alteração valendo pelo efeito as normas formalidades seguidas pêra a criação formação das leis ordinárias.


QUANTO AO PROCESSO DE ALTERAÇÃO / ALTERABILIDADE 
a)  Rígidas:  são  rígidas  as  Constituições  que  exigem  um  procedimento  especial  de  alteração dos  preceitos  constitucionais  mais  rigoroso  que  o  das  demais  normas  infraconstitucionais. Ex: Brasil actual. 
b) Flexíveis ou plásticas: São as que não exigem procedimento especial para modificação.  As normas constitucionais se alteram pelo mesmo procedimento das leis ordinárias.
  c) Semi-rígidas  ou  semi-flexíveis:  Contêm  uma  parte  rígida  e  outra  flexível,  ou  seja,  algumas normas  constitucionais  exigem  procedimento  especial  para  modificação  e  outras  não.  Ex: Constituição brasileira do Império – art. 178.
 d) Imutáveis: São as que não permitem qualquer tipo de alteração.  Nos dias  de  hoje  é inconcebível  este  tipo  de  Constituição,  dada  a  dinâmica  moderna  das  relações,  que  faz com  que  a  realidade  social  se  modifique  com   Muita  rapidez,  sendo  necessário  que  uma Constituição   Tenha  mecanismos  de  alteração  que  lhe  permitam  se  adequar  às  constantes modificações dos valores da sociedade.
Constituição de Moçambique
1975 – inicio , poder constituinte inicial (partido único)
1990 – (caracterizada pelo Multipartidarismo) democracia multipartidária.
2004 – Alterações profundas
Constituição costumeira é definida como uma pratica repetida com a convicção de obrigatoriedade.
Esta constituição apresenta dificuldades no que concerne a imprevisão de suas normas, a incerteza quanto o momento em que estuda é constituído ou a época em que lhe desaparece.
Ex: a constituição da Granbretania


o que é poder constituente?

O poder constituinte é o responsável pela escolha e formalização do conteúdo das normas constitucionais. Trata-se de um poder político, supremo e originário, encarregado de elaborar a primeira Constituição de um Estado (poder constituinte histórico) ou criar uma nova Constituição (poder constituinte revolucionário).



o poder constituente e a manifertacao soberana da suprema vontade politica de um povo , socil, e juridicamente organizado. e o poder constituente o instituidor do estado, criar de uma estrutura politica que possibilita a convivencia do homem em sociedade.

caracterise o poder constituente

Caracteristicas

poder constituente originario
- inicial
- ilimitado
incondicionado

poder constituente derivado
-derivado
limitado
condicionado

Características do Poder Constituinte

Na teoria de Sieyes o Poder Constituinte originário tem como características ser inicial, autônomo e omnipotente. Inicial porque não há anterior a ele nenhum outro poder, situando-se nele por primazia o desejo da vontade soberana. É um poder autônomo, pois é o único capacitado a deliberar o modo e o tempo da nova Constituição e Omnipotente porque não encontra-se subordinado a nenhuma forma ou comando.

Destaca-se, ainda que o Poder Constituinte é imperecível, vez que não desparece com a consumação de sua obra, ou seja, com a criação de uma nova Constituição. Sieyés, ao tratar sobre o tema, diz que “o Poder Constituinte não esgota sua titularidade, que permanece latente, manifestando-se novamente mediante uma nova Assembleia Nacional Constituinte ou um ato revolucionário”.


Em que momento e exercido o poder constituinte?

Poder Constituinte Originário

É chamado de Poder Constituinte Originário pelos estudiosos do Direito aquele poder atribuído a um número determinado de seres humanos, que irão exercer um poder soberano em nome de todos os demais integrados numa sociedade política, estável, de âmbito geral e de base territorial tendo por fim governar pessoas e administrar os meios segundo os fins dessa associação, a qual conhecemos como Estado. Será este poder, então, capaz de estabelecer uma nova ordem constitucional, sendo assim responsável pelas leis fundamentais de sua respectiva nação. É dotado deste poder todo o indivíduo a quem se atribui a tarefa de criar as leis fundamentais do Estado, que servirão de orientadoras para todas as leis infraconstitucionais, ou seja, aquelas subordinadas e convalidadas pela Constituição.

O Poder Constituinte Originário pode assumir duas formas, que são:

Poder Constituinte Originário Histórico - refere-se ao poder atribuído àqueles que pela primeira vez elaboram a Constituição de um Estado, responsáveis por sua primeira forma estrutural.
Poder Constituinte Originário Revolucionário - é todo o poder responsável pela criação de constituições que se sobrepõem à primeira. É revolucionário todo o poder constituinte que rompa com um poder constituinte previamente estabelecido em uma determinada nação soberana.

Poder Constituinte Derivado é o nome dado ao poder que é legado pelos cidadãos de determinada coletividade a um representante que terá a tarefa de atualizar ou então inovar a Ordem Jurídica Constitucional. Tal poder toma forma através da elaboração de nova constituição que substitui uma outra prévia e soberana, ou então modifica a atual por meio da Emenda Constitucional, mudando assim aquilo que, de acordo com a percepção da coletividade, não se encaixa na atual ordem social, jurídica e política daquele meio. É através deste poder que se elaboram ainda as constituições dos estados pertencentes à federação brasileira. O Poder Constituinte Derivado recebe ainda o nome de poder instituído, constituído, secundário ou poder de 2º grau.

Dentro do conceito estabelecido para tal faculdade, o Poder Derivado pode ser dividido ainda em:

Poder Constituinte Derivado

Poder Constituinte Derivado Reformador: é o criado pelo Poder Constituinte Originário para modificar as normas constitucionais já estabelecidas. Tal modificação é operada através das Emendas Constitucionais. Ao mesmo tempo, ao se elaborar uma nova ordem jurídica, o constituinte imediatamente elabora um Poder Derivado Reformador de modo a garantir a reforma da Carta após um determinado período onde haja tal necessidade.

Poder Constituinte Derivado Decorrente:  também obra do Poder Constituinte Originário. É o poder investidos aos Estados Membros para elaborar sua própria constituição, sendo assim possível a estes estabelecer sua auto-organização.

Poder Constituinte Derivado Revisor:  conhecido também como poder anômalo de revisão ou revisão constitucional anômala ou ainda competência de revisão. Destina-se a adaptar a Constituição à realidade que a sociedade aponta como necessária. Exemplo desta variedade de Poder Derivado é o artigo 3º dos ADCT (Atos das Disposições Constitucionais Transitórias), estabelecendo uma revisão à Constituição de 1988 a ser realizada após 5 anos de promulgação da mesma, por voto da maioria absoluta dos membros do Congresso Nacional em sessão unicameral.

espécie de Poder Constituinte derivado 


oder constituente - derivado ou 2 grau (poder de direito) - reformador pode ser emendas constitucionais, revisao nao e mais possível (norma de eficiência desaurida)   por outro lado decorrente ou poder estadual , instutucionalizador, reforma

O Poder constituinte derivado, por sua vez, é uma espécie de Poder Constituinte previsto na própria Constituição e é um poder limitado constitucionalmente e passível de controle de constitucionalidade. O Poder constituinte derivado apresenta como características ser derivado, subordinado e condicionado.

O Poder constituinte derivado manifesta-se sob a forma de poder constituinte reformador e poder constituinte decorrente. O Poder constituinte reformador possibilita a realização de uma alteração no texto constitucional desde que sejam respeitados os limites estabelecidos constitucionalmente (cláusulas pétreas) e desde que seja seguido o procedimento previsto no artigo 60 da Constituição Federal. Já o Poder constituinte derivado decorrente possibilita aos Estados membros da União se auto organizarem por meio de suas respectivas constituições estaduais, desde que respeitem as regras limitativas previstas na Constituição Federal.